sábado, 23 de agosto de 2014

23 de Agosto - Dia do Internauta


Dia 23 de agosto é comemorado o Dia do Internauta devido ao mês do aniversário de aparecimento do World Wide Web, mais conhecido como WWW. Foi por causa da sua criação que nós temos acesso a rede mundial de computadores de uma forma mais ágil e simples atualmente.
Segundo o Ibope Nielsen Online, em julho deste ano, havia 64,8 milhões de internautas no Brasil, um aumento de 2,5 milhões em relação ao ano anterior. A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na web; a cada minuto são disponibilizadas 20 horas de vídeo no YouTube; e a cada segundo um novo blog é criado. Em 1982, havia 315 sites na internet, hoje, existem 174 milhões.
O dia 23 de agosto ficou famoso mundialmente depois de uma grande passeata que reuniu milhares de pessoas na Praça Campo de Bagatele, após o IGF Brazil (Internet Governance Forum), com o intuito de comemorar a importância do ciberespaço e as realizações feitas por internautas espalhados no mundo.
Portanto, neste dia, nós desejamos a todos vocês blogueiros, twitteiros, orkuteiros e companhia ilimitada que continuem colocando conteúdo no ciberespaço e contribuindo para uma vida mais justa. Como diria Madre Teresa de Calcutá: “Meu trabalho pode ser apenas uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor!”. 



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

20 de Agosto - Dia do Maçom



“Em setembro de 1918, o Irmão Antenor de Campos Moura, então Venerável da Loja “Fraternidade de Santos”, propunha ao Grande Oriente do Brasil a instituição do “Dia do Maçom”, que seria comemorado não só como um dia de festa, mas também como um dia de beneficência e de caridade.

Na data fixada, as Lojas de todo o Brasil deveriam realizar uma sessão que fosse Econômica, ou Magna de Iniciação, ou branca; não deveria ser exigido que se cumprisse um programa arcaico e muitas vezes despido de interesse.
Cada Loja que fizesse uma reunião como bem entendesse. Qualquer data poderia ser para o “Dia do Maçom”; a data poderia ser aquela em que esse projeto fosse aprovado.”
Posteriormente foi fixada a data de 20 de agosto, sendo aceita e comemorada por todos.
A explicação para a determinação do dia 20 de agosto baseou-se na histórica Sessão conjunta das Lojas “Comércio e Artes” e “União e Tranquilidade”, no Rio de Janeiro, onde o Ir∴ Gonçalves Ledo pronunciara um discurso inflamado, fazendo sentir a necessidade de proclamar-se a Independência do Brasil, cuja proposição foi aprovada pelos presentes e registrada em ata no 20º dia do 6º mês maçônico do Ano da Verdadeira Luz de 5822, interpretado como se fosse o dia 20 de agosto.
Na realidade, autores referem um erro histórico, dada a utilização equivocada do calendário gregoriano, ao invés do calendário equinocial, utilizado para o registro da sessão, onde o ano se inicia no dia 21 de março, que leva a reunião para o dia 09 de setembro.
O que isso tem haver com a nossa Independência em 7 de setembro?
O 20 DE AGOSTO, DIA DO MAÇOM, foi escolhido, porque nessa data, que realmente a nação se tornou independente, por força e decisão da maçonaria.
E é uma efeméride nacional consagrada e, como tal, deve ser comemorada com toda pompa, pois a Maçonaria em muito contribuiu para a efetiva emancipação político-social do Brasil e os Maçons de um modo geral devem reverenciar seus membros responsáveis pelas idéias e as efetivas ações, mas sempre sabedores da verdade histórica.
- Esta data consta do art.179 da Constituição do Grande Oriente do Brasil e do art. 275 do Regulamento, ordenando a comemoração da data no dia 20 de agosto.
Desde 1923, encontra-se na BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO, a Certidão das Atas do Grande Oriente do Brasil, de 1822, com o título DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DA INDEPENDÊNCIA, VOLUME I, LISBOA – RIO DE JANEIRO, 1923 – A MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA.
Neste documento, grafa quando se refere à “Ata da Sessão de 20 do 6º mês Ano 1822”, a data correspondente no calendário Gregoriano como “(9 de setembro)”.
Em 20 de agosto de 1822, foi convocada uma reunião extraordinária do Grande Oriente do Brasil por Joaquim Gonçalves Ledo , em face da ausência de José Bonifácio, Grão-Mestre que se encontrava viajando. Gonçalves Ledo seu substituto hierárquico na maçonaria brasileira, profere um eloqüente discurso, na ARLS Arte e Comércio em 20 de Agosto, onde era 1º Grande Vigilante. Expondo aos maçons presentes à necessidade de ser imediatamente proclamada a Independência do Brasil.
Por causa do discurso proferido, a proposta foi votada e aprovada por todos os presentes.
A cópia da ata dessa reunião foi encaminhada imediatamente a D. Pedro I que se encontrava também viajando e, recebeu tal decisão às margens do riacho do Ipiranga em 7 de setembro, ocasião que o Imperador proclamou a Independência do Brasil por encontrar respaldo e mesmo determinação da maçonaria brasileira.
Foi também instituído, em 1994, nos Estados Unidos, o DIA INTERNACIONAL DO MAÇOM, comemorado em 22 de fevereiro, data de nascimento de GEORGE WASHINGTON, o artífice principal da independência daquele país. 

Fonte: obreirosdeiraja.com 




terça-feira, 12 de agosto de 2014

Campanhas e a vã promessa

Por Luiz Tito 

A inegável rejeição ao nome da presidente Dilma Rousseff como candidata à reeleição, manifestada robustamente por parte de setores da indústria, do comércio, das lideranças políticas e profissionais, médicos em especial, parece não ter sido suficiente ainda para ferir de morte as pretensões do PT e de sua representante na chapa. Dilma segue liderando todas as pesquisas, e seus oponentes mais frontais, o senador Aécio Neves e o ex-governador Eduardo Campos, não conseguiram sensibilizar o eleitorado para se incorporar com convicção aos argumentos de cada uma dessas campanhas.

Todos os exercícios de estatística dão conta de que Dilma, se não for retirado da cartola um fato político relevante ou uma proposta consistente de mudanças, será presidente da República por mais quatro anos. Ninguém sofreu maiores ataques, ninguém teve contra si, trabalhando diuturnamente, uma orquestração tão violenta e ampla quanto teve a presidente Dilma Rousseff. No ano passado, resultado das manifestações de junho, Dilma balançou, viu recuar sua aprovação e a de seu governo, mas ambos permaneceram de pé e a oposição atrasou, suspendeu a encomenda do terno da posse.

É verdade que os índices da inflação são desconfortáveis e ninguém duvida que poderão crescer além da meta; onde, segundo o governo, estão controlados. O crescimento econômico é medíocre, devendo ficar abaixo de 1,5% neste ano. Lamentável, mas os economistas conhecem bem essa equação que poderia operar esse perfil. País que não tem moeda forte, como acontece ao Brasil, com dimensões extremas, problemas concretos e diversificados, com uma necessidade imperativa de investimento em políticas públicas e infraestrutura, que convive com práticas de corrupção históricas, quase endêmicas, e uma classe política que beira o limite do inservível no seu perfil, tem, concorrentemente, uma margem muito estreita para mudanças estruturais.

Qualquer estudante de economia conhece os caminhos viáveis de mudança e sabe que é possível fazer crescer a economia. Sabe também que é possível segurar a inflação no chamado centro da meta. E sabe ainda que essas realidades exigem poupança interna, investimentos, demandas controladas, moeda forte, inflação administrada e empregabilidade assegurada. Países grandes, de economia robusta, são o resultado da harmonização desses fatores. E a realidade contrária também expressa os países e economias que estão na outra ponta, a da miséria, ou caminhando para lá, sem volta.

O que as oposições estão tentando mostrar como perspectiva de mudança não fecha o círculo. Nenhum candidato demonstrou, até o momento, onde vai fazer girar a economia e de onde se vão tirar os recursos necessários.

O setor agrícola brasileiro movimenta as exportações e põe no azul nossa balança comercial. Esse mesmo setor não tem estradas para escoar sua produção, não tem portos para exportá-la, sofre o policiamento e as sanções do Ministério Público e de um Código Florestal que já nasceu retrógrado. TCU e TREs sem força para julgar, mas que paralisam obras essenciais. Que se investigue, que se encontrem culpados, que se punam os responsáveis pela corrupção, pelo furto do dinheiro público, mas paralisar obras é de uma burrice sem tamanho, pela qual pagam o Estado e a sociedade. Os candidatos falam isso? Não. Por que têm rabos na gaveta ou precisam desses votos para se eleger e perpetuar o modelo que já vigora? Os candidatos à Presidência da República Dilma, Aécio Neves e Eduardo Campos concordam com a inércia, com a subserviência, com a desonestidade e a sabujice de grande parte dos membros do nosso Parlamento, no plano federal, dos Estados e dos municípios? O que acham sobre o perfil do nosso Poder Judiciário, todos os dias denunciado pela prática de seus excessos, ou pela sua inércia, ou pela conduta criminosa de muitos de seus membros e do próprio sistema? Nossos candidatos se valem da manipulação da imprensa e dos veículos de comunicação para construir suas imagens? A corrupção no Brasil é também oligopólio da Petrobras? Eles, todos, explicam a evolução de seus patrimônios?

Que candidato teve a coragem de falar sobre isso? Então não vamos perder mais tempo com promessas, com desculpas, com sorrisos, porque quem paga essa conta é a sociedade, é o povo.

É um deboche ficar tentando e brincar com a miséria extrema, propormos mágicas que nunca vêm porque elas não existem.