sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Direto das redes sociais...


Então será que o povo tem memoria? Me diz aqui... Se eu apoio um marginal em tudo que ele faz eu sou vítima ou cúmplice? Se eu quero mudanças, eu mudo minha forma de pensar ou é melhor deixar que pensem por mim? Se somos o povo e temos o poder de mudar tudo em nossas mãos, o que nos impede? Eu digo, nada. Nada irá nos impedir, desde que, deixemos nossa zona de conforto! Acorda, Goiás, vamos juntos fazer um amanhã melhor para nós, nossos filhos, nossos netos...


29 de Agosto - Dia do nascimento de Bezerra de Menezes


terça-feira, 26 de agosto de 2014

O avião de Eduardo

Beatificado após a morte, Campos deixou um rastro de destruição com sua aeronave sem dono e sem seguro, numa tragédia que pode tirar das vítimas o direito à indenização 

Por: Leonardo Attuch 
- em 22 de agosto de 2014, às 20h43 


Artífice de uma "nova política", que pediu para que os eleitores "não desistam do Brasil", o ex-governador pernambucano Eduardo Campos foi beatificado após a morte, como costuma acontecer com figuras públicas que partem de forma trágica e inesperada. Foi homenageado nos programas eleitorais do PT, do PSDB e teve sua imagem explorada à exaustão no de Marina Silva. No entanto, Campos se foi, mas deixou uma conta pendente aqui na Terra. Afinal, quem arcará com os prejuízos humanos e materiais deixados pelo jatinho PR-AFA, que desabou sobre imóveis em Santos (SP), ceifando sete vidas?
As investigações iniciais da Polícia Federal revelam uma história escabrosa. Oficialmente, o jato está registrado em nome do grupo Andrade, de Ribeirão Preto, que pertence a um usineiro quebrado, acusado no passado de tentar aplicar golpes na Petrobras. Como a aeronave não poderia ser vendida, porque isso constituiria fraude a credores, foi arrendada a três empresários pernambucanos, amigos de Eduardo Campos, que vinham pagando as parcelas pendentes do leasing. Um é dono de uma factoring, ou seja, pode estar ligado ao financiamento ilegal de campanhas eleitorais. Os outros dois trabalham com importações de pneus chineses. Nenhum dos três pretende assumir a propriedade de um avião que também não tinha seguro.
Como o jato PR-AFA voava de forma ilegal e sem proteção de uma seguradora, isso indica que as famílias de colaboradores próximos a Eduardo Campos, como o jornalista Carlos Percol e o fotógrafo Alexandre Severo, correm o risco de não ser indenizadas. O mesmo vale para os proprietários dos imóveis em Santos, como o dono de uma academia de ginástica, que perdeu R$ 1,5 milhão. Além dos prejuízos em si, o episódio deixa uma pergunta no ar: por que esses três empresários estavam pagando pelo avião de Eduardo? Qual era a origem dos recursos? O que esperavam em troca?
De acordo com a lei eleitoral, nem todas as aeronaves podem ser usadas em campanhas políticas. Apenas aquelas habilitadas a operar como táxi aéreo. Ou seja: mesmo quando pertencem a empresas, como empreiteiras, as aeronaves só podem ser emprestadas a candidatos quando registradas desta forma. E, quando cedidas, compete aos partidos registrar na prestação de contas o montante equivalente às horas de voo doadas. Até agora, o PSB não informou nada à Justiça Eleitoral sobre os voos de Eduardo Campos antes de sua morte com o PR-AFA. E esse é um imbróglio delicado, porque será necessário indicar o dono da aeronave, de quem serão cobradas indenizações e danos materiais.
O caso representa também um problema para Marina Silva, que se coloca como herdeira política do ex-governador pernambucano. Se ela, de fato, pretende honrar o legado de Eduardo Campos, poderia reunir seus financiadores de campanha e tomar, como primeira providência, o pagamento de reparações às vítimas do desastre aéreo em Santos. 
Fonte: Site Brasil 247 

domingo, 24 de agosto de 2014

Eleições 2014 - Presidenciáveis

Há 11 (onze) candidatos a 
Presidente da República! 


Dilma (PT) 
Aécio Neves (PSDB) 
Marina Silva (PSB) 
Pastor Everaldo (PSC) 
Eymael (PSDC) 
Luciana Genro (PSOL) 
Zé Maria (PSTU) 
Eduardo Jorge (PV) 
Mauro Iasi (PCB) 
Levy Fidelix (PRTB) 
Rui Costa Pimenta (PCO) 


sábado, 23 de agosto de 2014

23 de Agosto - Dia do Internauta


Dia 23 de agosto é comemorado o Dia do Internauta devido ao mês do aniversário de aparecimento do World Wide Web, mais conhecido como WWW. Foi por causa da sua criação que nós temos acesso a rede mundial de computadores de uma forma mais ágil e simples atualmente.
Segundo o Ibope Nielsen Online, em julho deste ano, havia 64,8 milhões de internautas no Brasil, um aumento de 2,5 milhões em relação ao ano anterior. A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na web; a cada minuto são disponibilizadas 20 horas de vídeo no YouTube; e a cada segundo um novo blog é criado. Em 1982, havia 315 sites na internet, hoje, existem 174 milhões.
O dia 23 de agosto ficou famoso mundialmente depois de uma grande passeata que reuniu milhares de pessoas na Praça Campo de Bagatele, após o IGF Brazil (Internet Governance Forum), com o intuito de comemorar a importância do ciberespaço e as realizações feitas por internautas espalhados no mundo.
Portanto, neste dia, nós desejamos a todos vocês blogueiros, twitteiros, orkuteiros e companhia ilimitada que continuem colocando conteúdo no ciberespaço e contribuindo para uma vida mais justa. Como diria Madre Teresa de Calcutá: “Meu trabalho pode ser apenas uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor!”. 



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Para refletir...


Fonte: Facebook - Marcas do que se foi 

20 de Agosto - Dia do Maçom



“Em setembro de 1918, o Irmão Antenor de Campos Moura, então Venerável da Loja “Fraternidade de Santos”, propunha ao Grande Oriente do Brasil a instituição do “Dia do Maçom”, que seria comemorado não só como um dia de festa, mas também como um dia de beneficência e de caridade.

Na data fixada, as Lojas de todo o Brasil deveriam realizar uma sessão que fosse Econômica, ou Magna de Iniciação, ou branca; não deveria ser exigido que se cumprisse um programa arcaico e muitas vezes despido de interesse.
Cada Loja que fizesse uma reunião como bem entendesse. Qualquer data poderia ser para o “Dia do Maçom”; a data poderia ser aquela em que esse projeto fosse aprovado.”
Posteriormente foi fixada a data de 20 de agosto, sendo aceita e comemorada por todos.
A explicação para a determinação do dia 20 de agosto baseou-se na histórica Sessão conjunta das Lojas “Comércio e Artes” e “União e Tranquilidade”, no Rio de Janeiro, onde o Ir∴ Gonçalves Ledo pronunciara um discurso inflamado, fazendo sentir a necessidade de proclamar-se a Independência do Brasil, cuja proposição foi aprovada pelos presentes e registrada em ata no 20º dia do 6º mês maçônico do Ano da Verdadeira Luz de 5822, interpretado como se fosse o dia 20 de agosto.
Na realidade, autores referem um erro histórico, dada a utilização equivocada do calendário gregoriano, ao invés do calendário equinocial, utilizado para o registro da sessão, onde o ano se inicia no dia 21 de março, que leva a reunião para o dia 09 de setembro.
O que isso tem haver com a nossa Independência em 7 de setembro?
O 20 DE AGOSTO, DIA DO MAÇOM, foi escolhido, porque nessa data, que realmente a nação se tornou independente, por força e decisão da maçonaria.
E é uma efeméride nacional consagrada e, como tal, deve ser comemorada com toda pompa, pois a Maçonaria em muito contribuiu para a efetiva emancipação político-social do Brasil e os Maçons de um modo geral devem reverenciar seus membros responsáveis pelas idéias e as efetivas ações, mas sempre sabedores da verdade histórica.
- Esta data consta do art.179 da Constituição do Grande Oriente do Brasil e do art. 275 do Regulamento, ordenando a comemoração da data no dia 20 de agosto.
Desde 1923, encontra-se na BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO, a Certidão das Atas do Grande Oriente do Brasil, de 1822, com o título DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DA INDEPENDÊNCIA, VOLUME I, LISBOA – RIO DE JANEIRO, 1923 – A MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA.
Neste documento, grafa quando se refere à “Ata da Sessão de 20 do 6º mês Ano 1822”, a data correspondente no calendário Gregoriano como “(9 de setembro)”.
Em 20 de agosto de 1822, foi convocada uma reunião extraordinária do Grande Oriente do Brasil por Joaquim Gonçalves Ledo , em face da ausência de José Bonifácio, Grão-Mestre que se encontrava viajando. Gonçalves Ledo seu substituto hierárquico na maçonaria brasileira, profere um eloqüente discurso, na ARLS Arte e Comércio em 20 de Agosto, onde era 1º Grande Vigilante. Expondo aos maçons presentes à necessidade de ser imediatamente proclamada a Independência do Brasil.
Por causa do discurso proferido, a proposta foi votada e aprovada por todos os presentes.
A cópia da ata dessa reunião foi encaminhada imediatamente a D. Pedro I que se encontrava também viajando e, recebeu tal decisão às margens do riacho do Ipiranga em 7 de setembro, ocasião que o Imperador proclamou a Independência do Brasil por encontrar respaldo e mesmo determinação da maçonaria brasileira.
Foi também instituído, em 1994, nos Estados Unidos, o DIA INTERNACIONAL DO MAÇOM, comemorado em 22 de fevereiro, data de nascimento de GEORGE WASHINGTON, o artífice principal da independência daquele país. 

Fonte: obreirosdeiraja.com 




sábado, 16 de agosto de 2014

A verdade está na cara, mas não se impõe

 Isto é um fato inédito na história de Goiás 



Em meados de 2010, Arnaldo Jabor escreveu um primoroso texto, indignando-se com a parcimônia da população em relação à corrupção e os corruptos. Logo no início, Jabor pergunta: "O que foi que nos aconteceu? No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, “explicáveis” demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira". E agora, em 2014, essa mesma pergunta pode ser feita aos goianos: o que foi que nos aconteceu? Toda a verdade sobre o criminoso esquema do bicheiro Cachoeira já foi descoberta, os crimes foram provados, haja vista a condenação de parte dos envolvidos (Carlos Cachoeira foi condenado a 39 anos de cadeia). A cassação de Demóstenes Torres, acusado de integrar o esquema e a abertura de inquérito pelo STJ contra o Governador de Goiás, Marconi Perillo, escancaram a verdade das acusações. 
Em outro trecho, Jabor anota: "Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada, broxa". De novo nos remetemos a história recente de Goiás, senão vejamos: com a eleição de Marconi Perillo para o seu 3º mandato, uma verdadeira quadrilha se enfiou no governo, conforme desvendou a Operação Monte Carlo da Polícia Federal. O relatório final da CPMI criada para investigar o esquema criminoso, às fls 1611, é taxativo: "Seguindo esse script de ocultação e negativa de vinculação com a organização mafiosa, o Governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo, e grande parte de seu staff procuraram, de forma ostensiva, se distanciar da pessoa de Carlos Cachoeira, sua Organização Criminosa e suas atividades ilícitas, ao mesmo tempo em que mantinham, na intimidade de gabinetes refrigerados e em encontros sociais privados (o Governador e seus fâmulos), uma íntima e promissora relação com o chefe do grupo criminoso e seus acólitos. Assim, e a despeito de todas as tentativas que fez o Governador do Estado de Goiás de se desvincular de qualquer proximidade da pessoa de Carlos Cachoeira e da organização mafiosa por este chefiada, ver-se-á, ao longo do presente Relatório, que havia efetivamente uma estreita e bem azeitada parceria política e econômica entre ambos". 
Mesmo diante da verdade dos fatos, os goianos não reagem. A letargia toma conta do povo que assiste, passivamente, Perillo e seu governo perpetuando-se no poder: querem 20 anos. Ainda parafraseando Jabor, "os membros do governo goiano, pilhados no mal feito, riem da verdade, viram-nos as costas, passam-nos a mão na bunda. A verdade se encolhe, humilhada, num canto". A imprensa local, leniente e interesseira, serve de folhetim ao negligenciar a verdade aos cidadãos goianos, beneficiando o governo midiático de Goiás. Com isso, Perillo, amparado em sua imagem de “povo”, consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações “falsas”, sua condição de cúmplice e comandante em “vítima”. E a população ignorante engole tudo. Marconi reeleito será a prova de que os delitos compensaram. A mentira será verdade. 



Fonte: Blog Opinando 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Campanhas e a vã promessa

Por Luiz Tito 

A inegável rejeição ao nome da presidente Dilma Rousseff como candidata à reeleição, manifestada robustamente por parte de setores da indústria, do comércio, das lideranças políticas e profissionais, médicos em especial, parece não ter sido suficiente ainda para ferir de morte as pretensões do PT e de sua representante na chapa. Dilma segue liderando todas as pesquisas, e seus oponentes mais frontais, o senador Aécio Neves e o ex-governador Eduardo Campos, não conseguiram sensibilizar o eleitorado para se incorporar com convicção aos argumentos de cada uma dessas campanhas.

Todos os exercícios de estatística dão conta de que Dilma, se não for retirado da cartola um fato político relevante ou uma proposta consistente de mudanças, será presidente da República por mais quatro anos. Ninguém sofreu maiores ataques, ninguém teve contra si, trabalhando diuturnamente, uma orquestração tão violenta e ampla quanto teve a presidente Dilma Rousseff. No ano passado, resultado das manifestações de junho, Dilma balançou, viu recuar sua aprovação e a de seu governo, mas ambos permaneceram de pé e a oposição atrasou, suspendeu a encomenda do terno da posse.

É verdade que os índices da inflação são desconfortáveis e ninguém duvida que poderão crescer além da meta; onde, segundo o governo, estão controlados. O crescimento econômico é medíocre, devendo ficar abaixo de 1,5% neste ano. Lamentável, mas os economistas conhecem bem essa equação que poderia operar esse perfil. País que não tem moeda forte, como acontece ao Brasil, com dimensões extremas, problemas concretos e diversificados, com uma necessidade imperativa de investimento em políticas públicas e infraestrutura, que convive com práticas de corrupção históricas, quase endêmicas, e uma classe política que beira o limite do inservível no seu perfil, tem, concorrentemente, uma margem muito estreita para mudanças estruturais.

Qualquer estudante de economia conhece os caminhos viáveis de mudança e sabe que é possível fazer crescer a economia. Sabe também que é possível segurar a inflação no chamado centro da meta. E sabe ainda que essas realidades exigem poupança interna, investimentos, demandas controladas, moeda forte, inflação administrada e empregabilidade assegurada. Países grandes, de economia robusta, são o resultado da harmonização desses fatores. E a realidade contrária também expressa os países e economias que estão na outra ponta, a da miséria, ou caminhando para lá, sem volta.

O que as oposições estão tentando mostrar como perspectiva de mudança não fecha o círculo. Nenhum candidato demonstrou, até o momento, onde vai fazer girar a economia e de onde se vão tirar os recursos necessários.

O setor agrícola brasileiro movimenta as exportações e põe no azul nossa balança comercial. Esse mesmo setor não tem estradas para escoar sua produção, não tem portos para exportá-la, sofre o policiamento e as sanções do Ministério Público e de um Código Florestal que já nasceu retrógrado. TCU e TREs sem força para julgar, mas que paralisam obras essenciais. Que se investigue, que se encontrem culpados, que se punam os responsáveis pela corrupção, pelo furto do dinheiro público, mas paralisar obras é de uma burrice sem tamanho, pela qual pagam o Estado e a sociedade. Os candidatos falam isso? Não. Por que têm rabos na gaveta ou precisam desses votos para se eleger e perpetuar o modelo que já vigora? Os candidatos à Presidência da República Dilma, Aécio Neves e Eduardo Campos concordam com a inércia, com a subserviência, com a desonestidade e a sabujice de grande parte dos membros do nosso Parlamento, no plano federal, dos Estados e dos municípios? O que acham sobre o perfil do nosso Poder Judiciário, todos os dias denunciado pela prática de seus excessos, ou pela sua inércia, ou pela conduta criminosa de muitos de seus membros e do próprio sistema? Nossos candidatos se valem da manipulação da imprensa e dos veículos de comunicação para construir suas imagens? A corrupção no Brasil é também oligopólio da Petrobras? Eles, todos, explicam a evolução de seus patrimônios?

Que candidato teve a coragem de falar sobre isso? Então não vamos perder mais tempo com promessas, com desculpas, com sorrisos, porque quem paga essa conta é a sociedade, é o povo.

É um deboche ficar tentando e brincar com a miséria extrema, propormos mágicas que nunca vêm porque elas não existem. 


domingo, 10 de agosto de 2014

Mais de 4 milhões de domicílios furtam sinal de TV no Brasil

Prática ilegal ocorre em todas as classes sociais, mas está mais concentrada no interior dos Estados (58%) do que nas regiões metropolitanas (42%) 


Mais de 4 milhões de domicílios possuem sinal de TV por assinatura furtado no Brasil, segundo estudo apresentado nesta quarta-feira (6) pela ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura).
Enquanto a base oficial de assinantes, divulgada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), gira em torno de 18,5 milhões, conforme os dados de maio, o levantamento aponta que quase 23 milhões de pontos estão de fato conectados a programas da TV por assinatura. A diferença representa 18% do total de lares que possuem acesso a canais fechados.
A prática ilegal ocorre em todas as classes sociais, mas está mais concentrada no interior dos Estados (58%) do que nas regiões metropolitanas (42%), ainda conforme a pesquisa, realizada pela H2R Pesquisas Avançadas para a ABTA, com base em 1.750 entrevistas entre os dias 17 e 22 de maio nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Entre os clandestinos, predominam consumidores com idades entre 40 e 50 anos e entre as classes C, D e E.
Para 38% dos consumidores que não possuem conexão regular, ter acesso clandestino não parece ser uma contravenção, de acordo com a pesquisa. A postura, segundo a ABTA, preocupa o setor, pois sinaliza o aumento do risco de que, considerada normal, a ação se alastre rapidamente pelo país.
O levantamento contabilizou tanto os consumidores que admitem furtar o sinal de TV, quanto os que não assumem a irregularidade, mas sinalizaram em suas respostas que assistem aos programas da TV paga sem assinar os serviços das operadoras. 

Folhapress 


Fora Marconi


Fonte: Facebook - Carlos Miguel 


10 de Agosto de 2014 - Dia dos Pais


Fonte: Facebook - Diocese de Uruaçu 

sábado, 9 de agosto de 2014

Justiça de Goiás manda Facebook retirar do ar conteúdo contra Perillo

Imagem censurada pela Justiça de Goiás. Foto: Reprodução 

Gabriel Garcia

O juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, Rodrigo de Silveira, determinou ao Facebook a retirada de um material compartilhado por Cristina Kott, assessora do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM), candidato ao Senado Federal.

No seu perfil na rede social, Cristina compartilhou uma foto com o título "A face oculta do poder em Goiás?". Trata-se de uma imagem do bicheiro Carlinhos Cachoeira usando uma máscara do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Em outra liminar, o juiz determina a retirada do ar do perfil "Movimento Fora Marconi". Em ambos os casos, alega propaganda eleitoral negativa. Na sentença, o juiz afirma que há aparente associação indevida entre Perillo e Cachoeira.

Caiado considerou as decisões “um atentado à liberdade de expressão, à livre manifestação de pensamento que é a alma das redes sociais".

A montagem censurada é um protesto pela ligação de Cachoeira com Perillo, conforme revelou a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

A operação deu origem à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou os negócios de Cachoeira com políticos e empreiteiras. O resultado da CPI foi um relatório de duas páginas, que não pediu o indiciamento de nenhum dos envolvidos no esquema. 

Fonte: Blog do Noblat 




sexta-feira, 8 de agosto de 2014

MP pede cassação do mandato de Solange Bertulino

Prefeita de Uruaçu é acusada de crime de Improbidade Administrativa 

Página inicial da Ação Civil Pública 

Em Ação Civil Pública, Fabiana Cândido, titular da 3ª Promotoria de Justiça pede ao judiciário a cassação do mandato da prefeita Solange Bertulino (PMDB). A promotora também pede a cassação dos direitos políticos da prefeita por um período de 8 a 10 anos, a proibição dela de contratar com o Poder Público ou receber benefícios e incentivos fiscais pelo prazo de 10 anos, além da perda dos valores ou bens acrescidos ilicitamente ao patrimônio da prefeita e do pagamento de multa civil de até 3 vezes o valor do acréscimo patrimonial, com o ressarcimento integral ao dano, que no caso se refere às despesas com a publicação e a distribuição do informativo “Uruaçu em Casa”.

A denúncia de irregularidades do informativo “Uruaçu em Casa”, publicado e distribuído pela Prefeitura Municipal de Uruaçu, por ocasião do aniversário da cidade foi feita ao Ministério Público (MP) no último dia 30 de junho, pela editora-chefe do Jornal Correio Popular, Sybelle Ângela Moreira. A denúncia foi direcionada ao promotor Afonso Antônio Gonçalves Filho e posteriormente encaminhada à promotora Fabiana Cândido.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA, AFONSO ANTÔNIO GONÇALVES FILHO, 

Na semana passada, recebemos em casa e também na sede do Jornal Correio Popular, via Correios (Mala Direta Postal Domiciliada), o informativo da Prefeitura Municipal de Uruaçu intitulado "Uruaçu Em Casa". A publicação contém foto da prefeita, nome e até discurso da prefeita (pág.2), além de ter sido impresso nas cores do partido dela, o PMDB. Ao mesmo tempo, faz constar em sua primeira página, que, trata-se de uma publicação oficial da Prefeitura Municipal de Uruaçu, o que nos leva a crer que tenha sido pago com dinheiro público.

O informativo fere o artigo “37” da Constituição Federal, que traz o seguinte texto: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) § 1º - A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos, relata a denúncia.

A editora-chefe do Correio Popular, Sybelle Ângela Moreira também encaminhou a denúncia ao presidente da Câmara Municipal de Uruaçu, Roberto Tavares, com o pedido de providências por parte do Poder Legislativo.

A Câmara Municipal ainda não se manifestou acerca da denúncia. 


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Conselho Municipal de Cultura de Uruaçu reafirma seu compromisso com propostas culturais que buscaram superar formas primárias para acessar o dinheiro público



Após a publicação do resultado preliminar da Avaliação das Propostas Inscritas ao Fundo Municipal de Cultura (FMC) por meio do Chamamento Público de que trata o Edital FMC URUAÇU Nº 01-2014, o Conselho Municipal de Política Cultural de Uruaçu (CMPC), em sua reunião ordinária desta quarta-feira, dia 06.08.2014, realizada no Museu Dom Prada Carrera, reafirmou o resultado da avaliação publicada no dia 25.07.2014 (*) e o seu compromisso com o debate para a qualificação e melhoria dos instrumentos que visam o acesso de recursos financeiros via FMC.

O Conselho de Política Cultural entende que todas as propostas apresentadas ao FMC têm valor e que aprovou aquelas que melhor se organizaram para a concorrência proposta pelo Chamamento Público lançado pelo fundo de cultura em 14 de março e encerrado no dia 28 de maio do corrente ano.

O CMPC parabeniza os agentes culturais ADSON RODRIGUES FERREIRA, VAGMA LUIS DO NASCIMENTO, JANIO FERREIRA ALVES, SILANGE RIBEIRO DA SILVA, MARCOS ROGÉRIO DA SILVA, VALDIREI RODRIGUES DA SILVA e RODRIGO FABIANO KRAMER pela aprovação de seus projetos: ARTE NA ESCOLA, FOLIA DE REIS SERRA DOURADA, FORRÓ TAMBÉM É CULTURA, POTENCIALIZAÇÃO DA CADEIA PRODUTIVA DO ARTESANATO, CD VERSOS E CANÇÕES, FESTA DO CAJU 2015 e VITROLA DIFUSORA.

No entendimento do CMPC, considerando os pareceres técnicos e a análise do que está descrito nos Formulários de Apresentação das Propostas Culturais entregues no ato da inscrição, os projetos não aprovados não ofereceram condições para aprovação. Superado o Prazo Legal para Recurso, nenhum dos Proponentes de tais projetos apresentaram Recurso.

O CMPC convida os proponentes, equipes técnicas, conselhos de administração e colaboradores dos projetos que não obtiveram êxito na seleção do Fundo Municipal de Cultura deste ano para debater as dificuldades encontradas e possíveis soluções para a elaboração cuidadosa de projetos coadunados com a previsão do edital, prevendo objetivos, metas, custos, cronograma de atividades, profissionais envolvidos e comprovação de capacidade técnica para a execução etc.

A criação do CMPC está amparada na Lei Orgânica do Município de Uruaçu (CAPÍTULO II - Organização da Administração Municipal. SEÇÃO I - Dos Órgãos Auxiliares), que no seu Art. 99 reza que: Serão criados conselhos populares municipais autônomos e independentes como órgãos de cooperação governamental, sem caráter executivo ou legislativo, para garantir a participação popular na orientação, planificação, interpretação e execução de assuntos da administração municipal. O CMPC é objeto da Lei Municipal nº 1.752/2013, do Sistema Uruaçuense de Cultura (SUC), e a sua Regulamentação está descrita no Decreto nº 449/2013.

* O resultado da avaliação publicada no dia 25.07.2014 pode ser encontrada no link (http://uruacu.go.gov.br/images/servicos/88/dfa3e6c9c94187a82f477531f6f3afc7.pdf)

Fotografia: Belchior Cabral 


7 de Agosto - 8 Anos da Lei Maria da Penha


Hoje comemoramos oito anos de sanção da Lei Maria da Penha (lei 11.340/2006). Temos de celebrar esse passo estratégico na luta permanente pelo fim da violência contra mulher e pela universalização dos direitos humanos. É mais uma oportunidade para engajamento nesta causa. 

VI Semana do Folclore Serra da Mesa


domingo, 3 de agosto de 2014

Frase de Karl Marx


Fonte: Facebook - Wilson Roberto Dos Santos

3 de Agosto - Dia da Capoeira


Fonte: Facebook - Jogaki Capoeira Paris

sábado, 2 de agosto de 2014

Campanhas eleitorais vão custar até três Copas do Mundo

Por Guilherme Balza 

No que depender dos partidos políticos, as campanhas eleitorais serão mais caras em 2014, na comparação com o pleito de 2010. Segundo dados divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a soma do limite de gastos das campanhas de todos os candidatos já registrados na Justiça Eleitoral será de R$ 73,9 bilhões. Há quatro anos, a soma dos tetos de despesa foi de R$ 48,4 bilhões. 
O montante equivale ao orçamento de 2014 do Estado do Rio de Janeiro (R$ 75,9 bilhões), o terceiro maior do país, atrás dos orçamentos da União e do Estado de São Paulo. O dinheiro seria suficiente para organizar três Copas do Mundo, pois o Mundial deste ano teve um custo total de R$ 25,8 bilhões, considerando os gastos nas três esferas (União, Estados e municípios).
A diferença é que a Copa do Mundo foi custeada, sobretudo, com dinheiro público, enquanto as campanhas são bancadas majoritariamente por meio de doações feitas por empresas. A soma do limite de gastos das campanhas de todos os candidatos já registrados na Justiça Eleitoral será de R$ 73,9 bilhões. 
O limite de gastos é o valor total que o candidato prevê arrecadar ao longo da campanha. Até agora, o TSE divulgou informações de 25.381 candidatos. O número não é definitivo, mas representa quase a totalidade das candidaturas.
Considerando as disputas para todos os cargos (presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual), o limite médio de gastos com campanha é de R$ 2,9 milhões por candidato. Em 2010, a média por candidato foi de R$ 2,1 milhões. Descontada a inflação do período (27,4%, segundo o IPCA), as campanhas ficaram, em média, 6,8% mais caras.
A campanha mais barata é a de deputado estadual, com limite médio de gastos de R$ 2,4 milhões, seguida da de deputado federal (R$ 3,6 milhões), deputado distrital (R$ 5,4 milhões) e senador (R$ 5,6 milhões).
O gasto das campanhas majoritárias é bem superior. Em média, uma campanha para governador tem o limite de R$ 14,6 milhões. Para presidente, o valor sobe para R$ 83,4 milhões. As três campanhas mais caras do país são para a Presidência. Dilma Rousseff (PT) prevê gastar até R$ 298 milhões; Aécio Neves (PSDB), R$ 290 milhões; e Eduardo Campos (PSB), R$ 150 milhões. 

DEM lidera gasto médio
Com 657 candidaturas já registradas, o DEM é o partido que prevê mais gastos por candidato, com limite médio de R$ 7,7 milhões por campanha. Na sequência aparecem PT do B (R$ 5,5 milhões), PSD (R$ 4,3 milhões), PSDB (R$ 3,9 milhões), PMDB (R$ 3,8 milhões) e PT (R$ 3,8 milhões).
"A indicação de gastos de um candidato a deputado federal ou estadual é iniciativa dele. Mas o limite de gastos não passa de estimativa, não é definitivo", afirmou o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM.
Quanto ao gasto total por partido, o PT, legenda com maior número de candidatos (1.334), lidera com R$ 5,04 bilhões, seguido pelo DEM (R$ 5,03 bilhões), PMDB (R$ 4,8 bilhões), PT do B (R$ 4,4 bilhões) e PSDB (R$ 4,3 bilhões). 

Corrida pelo dinheiro
Para Mauro Macedo Campos, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e autor de um estudo sobre os custos do sistema partidário no Brasil, o volume de recursos para campanha cresce a cada eleição porque os pleitos tornaram-se mais competitivos.
"Os custos das campanhas entraram em outro patamar a partir 2002, quando as eleições ficaram mais competitivas. A lógica é: se meu adversário vai gastar X, tenho que me antecipar e gastar mais do que ele. Quanto mais gastar, mais chance de ser eleito", disse.
Campos explica que o aumento do custo das campanhas gera um circulo vicioso porque inflaciona cada vez mais os preços das peças publicitárias. Quanto às doações, de acordo com o professor, não há critério ideológico.
"Não existe preferencia em termos de ideologia. Elas doam sempre para quem tem capacidade de ganhar. Qual é o propósito disso? É sempre aquela lógica de se receber alguma compensação pela doação. Ou então é aquilo: eu doo e você não mexe comigo; Até o senso comum sabe disso, mas não difícil de comprovar na prática", afirmou. 
Fonte: Site UOL