sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Sobre o tempo

Já reparou que o tempo parece passar mais depressa a medida que envelhecemos? Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. O organimo já não tem a mesma vitalidade de antes e demora mais para responder aos estímulos externos. Mas o tempo marcado pelo relógio cronológico – esse que foi inventado pelo homem para organizar as relações sociais – continua correndo no mesmo ritmo. Assim, surge um descompasso. Os ponteiros andam na velocidade de sempre, mas o corpo não identifica as informações com a mesma precisão e facilidade. Vem daí a impressão de que o tempo passa mais rápido.
Na região do cérebro conhecida como hipotálamo estão as estruturas que reconhecem os ciclos vitais. "Eles controlam o ritmo do organismo durante as 24 horas e determinam nosso relógio biológico", afirma o neurologista Benito Damasceno, da Universidade de Campinas. "Nesse intervalo, essas estruturas recebem os sinais sensoriais sobre a duração do dia – a luz captada pelos olhos é um deles – e sobre as variações orgânicas, como a temperatura, os níveis hormonais e as necessidades vitais", diz. Com a idade, esses mecanismos tornam-se mais lentos, como todo o metabolismo do corpo, alterando a percepção sobre o passar do tempo. O fator psicológico, garante o neurologista, também influi. "Indivíduos mais ativos tendem a achar que o dia passa mais depressa porque estão ocupados. Quem está ocioso tem a sensação de que as horas se arrastam."
Fonte: Rapidinhas

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Palhaço triste

Se você tivesse acreditado
nas minhas brincadeiras
de dizer a verdade:
teria ouvido verdades,
que teimo em dizer brincando...

Falei muitas vezes como palhaço,
Mas nunca,
desacreditei na seriedade,
da platéia que sorria...

Autoria de: Charles Chaplin

Truques para abastecer o carro

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1º Truque - Encher o tanque sempre pela manhã, o mais cedo possível. A temperatura ambiente e do solo é mais baixa. Todas os postos decombustíveis têm seus depósitos debaixo terra. Ao estar mais fria a terra, a densidade da gasolina e do diesel é menor. O contrário se passa durante o dia, que a temperatura do solo sobe, e os combustíveis tendem aexpandir-se. Por isto, se você enche o tanque ao meio dia, pela tarde ou ao anoitecer, o litro de combustível não será um litro exatamente. Na indústria petrolífera a gravidade específica e a temperatura de um solo tem um papel muito importante. Onde eu trabalho, cada carregamento de combustível nos caminhões é cuidadosamente controlada no que diz respeito à temperatura. Para que, a cada galão vertido no depósito (cisterna) do caminhão seja exato.
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2º Truque - Quando for pessoalmente encher o tanque, não aperte a pistola ao máximo (pedir ao frentista no caso de ser servido). Segundo a pressão que se exerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta. Prefira sempre o modo mais lento e poupará mais dinheiro. Ao encher mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do combustível vertido converte-se num cheio real, eficaz. Todas as mangueiras vestiduras de combustível devolvem o vapor para o depósito. Se encherem o tanque apertando a pistola ao máximo uma percentagem do precioso líquido que entra no tanque do seu veículo se transforma em vapor do combustível, já contabilizado, volta pela mangueira de combustível (surtidor) ao depósito da estação. Isso faz com que, os postos consigam recuperar parte do combustível vendido, e o usuário acaba pagando como se tivesse recebido a real quantidade contabilizadas, menos combustível no tanque pagando mais dinheiro.
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3º Truque - Encher o tanque antes de que este baixe da metade. Quanto mais combustível tenha no depósito, menos ar há dentro do mesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa. Os grandes depósitos cisterna das refinarias têm tetos flutuantes no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objetivo de manter a evaporação ao mínimo.
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4º Truque - Não encher o tanque quando o posto de combustíveis estiver sendo reabastecido e nem imediatamente depois. Se chega você ao posto de combustíveis e vê um caminhão tanque que está abastecendo os depósitos subterrâneos do mesmo, ou os acaba de reabastecer, evite, se puder, abastecer no dito posto nesse momento. Ao reabastecer os depósitos, o combustível é jorrado dentro do depósito, isso faz com que o combustível ainda restante nos mesmos seja agitado e os sedimentos assentados ao fundo acabam ficando em suspensão por um tempo. Assim sendo você corre o risco de abastecer seu tanque com combustível sujo.
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Nota: Não se sabe até que ponto tudo isso é verdade. Não sou perito no assunto porém me parece bem coerente todas essas informações. Quem quiser testar, está aí a dica.
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Utilidade Pública



RECOMENDAÇÃO DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA



As equipes de emergência médica se deram conta de que, muito frequentemente, nos acidentes em rodovias, os feridos portam consigo um telefone celular. Porém, na hora de comunicar algum parente, não sabem com quem contatar entre a longa lista de números. Sugerimos que todos adicionem em sua agenda do telefone celular um número da pessoa a ser contactada, em caso de acidente, sob a expressão "A Em Emergência". (O "A" é para que apareça sempre em primeiro lugar na lista). É algo simples, não custa nada e poderia ajudar muito. REPASSE ESTA MENSAGEM AO MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE PESSOAS.


Fonte: Informativo PMC - Expresso Marly - Ano VIII nº 40 - Setembro/2008

domingo, 26 de outubro de 2008

Para reflexão

Reflexão


Quase - Fragmento


Pros erros há perdão,

Pros fracassos, chance.

Pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,

Que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando,

Vivendo que esperando,

Porque embora quem quase morra esteja vivo,
Quem quase vive já morreu.

Luis Fernando Veríssimo

O Plano Astral

Em diferentes religiões a idéia é a mesma. Interessante esse texto de um site wicca.



É muitas vezes definido como a quarta dimensão; não foi criado a partir dos quatro elementos, mas é um grau de densidade do princípio de Akasha, portanto de que tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro, no mundo material, enfim, tudo o que contém sua origem, sua regulamentação e sua existência. Como já referimos, em sua forma mais sutil o Akasha é o nosso velho conhecido éter, no qual, entre outras coisas, propagam-se às ondas elétricas a magnéticas. Ele é também a esfera das vibrações, de onde se originam a luz, o som, a cor, o ritmo, e com estes toda a vida que existe. Como o Akasha é a origem de todo ser, naturalmente nele há o reflexo de tudo, Le., de tudo o que já aconteceu no passado, acontece no presente a acontecerá no futuro. É por isso que consideramos o plano astral como a emanação do eterno, sem começo nem fim, a que, portanto é isento de espaço a de tempo. O iniciado que consegue alcançar esse plano encontra tudo nele, mesmo quando se tratam de fatos ocorridos no passado, que ocorrem no presente ou ocorrerão no futuro. A amplitude do alcance da sua percepção depende do seu grau de aperfeiçoamento.O plano astral é definido pela maioria das religiões, pelos ocultistas a espiritualistas como o "além". Mas para o iniciado torna-se claro que não existe um aquém ou um além, e é por isso que ele não teme a morte, cujo conceito lhe é estranho. Se porventura, através do trabalho de decomposição dos elementos ou de uma súbita ruptura dissolver-se a matriz astral, que é a matéria aglutinante entre o corpo material denso e o corpo astral, instala-se aquilo que chamamos geralmente de morte, mas que na realidade é só uma passagem do mundo terreno ao mundo astral. Baseado nessa lei, o iniciado não conhece o medo da morte, pois ele sabe que não irá para o desconhecido. Através do controle dos elementos ele também pode, além de muitas outras coisas, tentar soltar sua matriz astral a produzir a separação espontânea do corpo astral de seu invólucro terreno. Desse modo ele consegue visitar, com seu corpo astral, as regiões mais distantes, viajar aos mais diferentes planos, a muito mais. Quanto a isso existem lendas sobre santos que foram vistos em vários lugares ao mesmo tempo, onde até exerciam suas atividades.O plano astral possui diversos tipos de habitantes. São, sobretudo as pessoas que já deixaram o mundo terreno a que habitam o grau de densidade correspondente ao seu grau de amadurecimento espiritual, o que de acordo com as religiões é chamado de céu ou inferno, mas que os iniciados interpretam só simbolicamente. Quanto mais perfeito, nobre a puro o ser, tanto mais puro a sutil o grau de densidade do plano astral em que ele ficará. O seu corpo astral vai se dissolvendo aos poucos, adaptando-se ao grau de vibração do respectivo patamar do plano astral, até tornar-se idêntico a ele. Essa identificação depende, portanto, do amadurecimento a da perfeição espirituais alcançados no mundo terreno pelo ser em questão.Além disso, o plano astral é habitado por muitos outros seres, dos quais cito apenas alguns. Assim temos, por exemplo, os seres elementais, que têm só uma ou algumas poucas características, de acordo com as oscilações predominantes dos elementos. Eles se mantêm pelo mesmo tipo de oscilação do homem, que ele envia ao plano astral; dentre esses seres há inclusive alguns que alcançaram um certo grau de inteligência. Alguns magos utilizam-se dessas forças inferiores para seus objetivos egoístas. Outro tipo de ser são as chamadas larvas, atraídas à vida consciente ou inconscientemente pelo pensamento através da matriz astral. Na verdade elas não são seres concretos, mas somente formas que se mantêm vivas pelas paixões do mundo animal, no patamar mais baixo do mundo astral. Seu impulso de auto-preservação pode trazê-las à esfera daquelas pessoas cujas paixões têm o poder de atraí-las. Elas querem despertar, direta ou indiretamente, as paixões adormecidas no homem e atiçá-las. Caso essas formas consigam induzir uma pessoa a essas paixões, então elas se nutrem, mantêm a fortalecem com a irradiação provocada pela paixão no homem. Uma pessoa muito carregada por essas paixões traz consigo, na esfera mais baixa de seu plano astral, todo um exército dessas larvas. A luta contra elas é acirrada, e no campo da magia a do domínio dos elementos, esse é um componente importante. Sobre isso entrarei em detalhes no capítulo que trata da introspecção. Além disso, ainda existem elementais a larvas que podem ser criados por meios mágico-artificiais. Entrarei em detalhes sobre esse assunto na parte prática do livro.Mais um tipo de ser com o qual muitas vezes o iniciado poderá se deparar no plano astral, são os seres dos quatro elementos puros. No elemento fogo eles se chamam salamandras, no elemento ar, silfos, no elemento água, ninfas ou ondinas, a no elemento terra, gnomos. Esses seres estabelecem, por assim dizer, a ligação entre o plano astral a os elementos terrenos. Como se faz a ligação com esses seres, como se pode dominá-los, o que se pode conseguir através deles, são assuntos que deixaremos para serem tratados na parte prática desta obra, a aos quais dedicarei um capítulo especial chamado "A Magia dos Elementos".Existem ainda vários outros seres, como sátiros, fadas, anõezinhos aguadeiros, etc., que poderiam ser aqui citados. Por mais que isso tudo possa se parecer aos contos de fadas, existem, no plano astral, exatamente as mesmas realidades que no plano terreno.Ao estabelecer a ligação com esses seres, o iniciado, através da sua vidência, consegue vê-los a qualquer momento que desejar, eliminando assim qualquer dúvida sobre a sua existência. É por isso que o iniciado deve primeiro amadurecer a aprender a provar as coisas para depois poder julgar por si mesmo.



Passando a Régua*

* Coluna publicada na edição nº 759 do Jornal Diário do Norte
“Muita luz é como muita sombra, não nos deixa ver”.

Carlos Castanheda

‘Holofotes’
Sobre o seqüestro de Eloa – “Mas o que mais me escandaliza é o show que se faz em torno durante e o total esquecimento deles depois. Vivemos na sociedade do descartável. Tudo é usado e jogado fora. Latas, garrafas, celulares, amores, pessoas… Ninguém mais fala do casal Nardoni e da Isabella. Ninguém mais fala do João Pedro, da Carolina, da Gabriela… E quantos esquecemos os nomes? E quando terminaremos de achar que a Eloa é interessante? A imprensa ‘imprensa’ o caso até sair a última gota. Nem deixa a polícia trabalhar direito. Todos querem seus segundos de fama, certo? Até mesmo os desequilibrados que conduzem essas barbaridades. E o que fazemos nós através da imprensa? Os damos. (...) E se não déssemos tanta atenção de circo ao caso? E se deixássemos a polícia trabalhar sem platéia? E se déssemos mais atenção aos casos daqueles que se arriscam para salvar vida, acolhem os idosos, cuidam de crianças, protegem o meio ambiente? Por quê não estão esses na mídia? Curiosidade mórbida? Até que aconteça conosco... e aí quereríamos centenas de pessoas em volta ou quereríamos paz relativa para negociar e tentar que o desfecho se dê sem traumas?” Fragmentos do texto ‘Final do seqüestro de Eloa - que sociedade é essa afinal?’, por Declev Reynier Dib-Ferreira, professor, biólogo, educador ambiental, doutorando em Meio Ambiente na UERJ.

Ponto final
Plagiando o Laelson M. B dos Santos, “discordo de qualquer crítica em relação à polícia nesse seqüestro. (...) Parem de criticar a polícia seus hipócritas, babacas. Eles são os que mais queriam um final feliz. Querem criticar? Entrem na polícia e façam melhor do que eles fazem. E parem de ser manipulados pelas opiniões das inescrupulosas Emissoras de TV que se colocam sempre visivelmente contra as Entidades públicas a fim de causar polemica a maldita audiência”.

Pêsames
Edimilson Matosinho da Cunha – Bredin (31 anos), de Uruaçu, morreu no dia 20 de outubro, vítima de derrame cerebral.

Espiritismo
O Espiritismo é uma doutrina Cristã e segue os ensinamentos de Jesus Cristo. Segundo Carlos Torres Pastorino, através do livro Minutos de Sabedoria, da Editora Vozes: “Não julgue pequena demais sua tarefa. Nenhuma obra de arte pode descurar dos pormenores. Se as minúcias forem perfeitas, é que podemos denominar alguma coisa de obra-prima. Não busque tarefas grandiosas e de evidência. Procure da conta integralmente do serviço pequenino que lhe foi confiado. Da perfeição com que o executar dependerá sua oportunidade para receber uma incumbência maior.” Respeitando-se a este preceito, o Grupo Espírita A Caminho da Luz, em Niquelândia, convida aos interessados a participarem dos estudos desta doutrina.
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Carlos Henrique Alves do Rêgo – Carzem, é sócio do Lions Clube de Uruaçu; Bel. em Ciências Contábeis pela UEG/Uruaçu; e, funcionário do Banco do Brasil, agência de Uruaçu

terça-feira, 21 de outubro de 2008

XU TXNHO VALOR

Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla.
Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz a difxrxnça.
Prxcisamos txr o cuidado para qux nosso grupo não sxja como xssa máquina dx xscrxvxr x qux todos os sxus mxmbros trabalhxm como dxvxm.
Ninguxm txm o dirxito dx pxnsar: "Afinal, sou apxnas uma pxssoa x sxm dúvida não faria difxrxnça para o nosso grupo".
Comprxxndxmos qux, para um grupo podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa dx todos os sxus mxmbros.
Sxmprx qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha máquina dx xscrxvxr x diga a si próprio:
"XU SOU UMA DAS TXCLAS IMPORTANTXS NAS NOSSAS ATIVIDADXS X MXUS SXRVIÇOS SÃO MUITO NXCXSSÁRIOS".
Rebebido por e-mail

É proibido cobrar

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento conjunto devários recursos extraordinários realizado nesta quarta-feira, dia 13,concluíram, por maioria, que a taxa de cobrança de matrículas nasUniversidades Públicas é inconstitucional.
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O Supremo concordou com o entendimento de que a cobrança da taxa dematrícula feria a constitucionalidade do artigo 206, inciso IV, daConstituição, que determina que as instituições públicas de ensino têm aobrigação de prestar educação gratuita.
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O entendimento do Supremo determina que a medida seja válida para todas asmatrículas a serem realizadas a partir de agora, em todas as UniversidadesPúblicas do país.
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Até que enfim! Vamos comemorar galera!!! Ah, já ia esquecendo outra boanotícia...Os autores dos doze processos analisados pelo STF vão receber odinheiro de volta das universidades!!! É isso aí! Agora, uma notícia nadaboa....a decisão não vale automaticamente para outros estudantes. Chatoné? Mas olha só, se você não entrou com recurso, não tem problema: deacordo com o Supremo, qualquer pessoa que se sentiu prejudicada com acobrança antes da súmula poderá entrar na Justiça para tentar reaver odinheiro. Viu? Pra tudo tem jeito na vida! rsrsrs..Corre atrás do prejuízoe trata de estudar. Aproveita e usa essa “grana” para investir em livros, por exemplo...
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Fique por dentro
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* O julgamento principal foi de um recurso (RE 500171) interposto pelaUniversidade Federal de Goiás (UFG) contra decisão do Tribunal RegionalFederal da 1ª Região, favorável a sete candidatos que passaram novestibular daquela instituição de ensino superior. Para o TRF-1, acobrança da contribuição para efetivação da matrícula dos estudantes seria inconstitucional por violar o artigo 206, inciso IV, da ConstituiçãoFederal. Isso porque, para eles, as instituições de ensino oficiais têm aobrigação de prestar ensino gratuito.
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*A Constituição Federal já obriga que a União aplique 18% de tudo que érecolhido com impostos na educação. Com isso, estas despesas apontadas norecurso com alunos carentes, como bolsa, transporte, alimentação, sãoatendidos por esses recursos públicos.
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O medo

"O medo é o maior ladrão de oportunidades."


Quando começam os problemas, o medo ronda a mente humana, gerando pavor e desgoverno. Principalmente os que não têm metas firmes e fortes. Os que não estão determinados e comprometidos com a realização de suas metas são os primeiros a buscarem "desculpas" e "justificativas" para desistir.

Imagine você quando criança em um parque de diversões. De repente, se perde dos seus familiares. Nesta hora, sua mente é tomada pelo favor, desespero, pânico. Sem saber o que fazer, você chora, grita na ânsia louca de encontrar algum conhecido para o ajudar. No meio deste pavor, você é encontrado por sua mãe que, desesperada, o procurava. Vocês se abraçam fortemente e choram de alegria e felicidade. Onde está o medo? Sumiu. Acabou.

Nós temos medo do desconhecido porque sentimos incapazes de solucionar determinado problema. Se vamos em frente e enfrentamos este medo, logo percebemos que era uma bobagem, uma ilusão e que só dura o tempo de enfrentá-lo e vencê-lo.

O medo nada mais é do que uma lente de aumento do risco. E quanto mais você passa por esta experiência de enfrentar o medo, mais você fica corajoso, destemido e audaz.

Fonte: Site Contábil

Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal

Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos.

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.Quando chegou à recepção, o "hall" do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: "Bem-vindo ao Venetia!".

Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontravaconfortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com osprocedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela! Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro.

Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. "Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?" Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.

O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.

Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito; mais desconfiado. Mudamos o "layout" das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemo-nos das pessoas.

O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!

Autor desconhecido

Fonte: Site Via 6

Meia-calça para homens: moda ou fetiche?




Se as mulheres já andavam preocupadas com a exclusividade nas roupas, agora terão que dividir a mesma preocupação com os homens, pois um fabricante de roupa íntima resolveu comercializar meia-calças masculina.

As "Mantyhose", como foram batizadas, ganharam um site que tem o objetivo de "acelerar a aceitação da meia-calça masculina como um item de vestuário regular".

Tem meia-calça para todos os gostos. Alguns modelos destacam estampas, desenhos tribais, listras e cores variadas. Especificamente concebidas para melhor se encaixar perfeitamente às formas do corpo masculino, elas também se propõem a melhorar a performance nas atividades esportivas, como as corridas, por exemplo.

Como a maioria dos homens não tem muito jeito para esses assuntos, digamos, mais delicados. O site ainda oferece um passo-a-passo sobre como vestir corretamente a meia-calça, para evitar que seja danificada.

Além do aspecto estético, as polêmicas meias também discutem questões comportamentais, como o preconceito, mostrando aos garotos que vestir meia-calça é a melhor forma de apoiar a moda.



"É uma maneira fácil de vestir-se de maneira diferente, usando cores e combinando com o resto das roupas. Exatamente como você faz com as camisas, shorts e sapatos", declarou um dos criadores ao jornal News.

E você, usaria uma meia-calça sem problema?

Sexo X Chocolate

01) O chocolate satisfaz mesmo quando amolece.

02) Você pode comer chocolate no carro, sem ser interrompido pelo guarda.

03) Você pode comer chocolate na frente da sua mãe.

04) Se você morder com força, o chocolate não grita e não reclama.

05) Duas pessoas, do mesmo sexo podem comer chocolate sem serem chamadas por nomes feios.

06) Chocolate não reclama que você o comeu muito rápido.

07) Você pode pedir chocolate a alguém sem levar um tapa na cara.

08) Chocolate lambuza, mas não lhe deixa com nojo.

09) Você não precisa mentir para o chocolate.

10) O chocolate não liga se você é virgem ou não.

11) Você pode comer chocolate quando está menstruada.

12) Você pode comer chocolate em qualquer dia da semana.

13) Um bom chocolate é fácil de se encontrar.

14) Você nunca é muito jovem ou muito velho para comer chocolate.

15) Quando você come chocolate, os vizinhos não ouvem.

16) O tamanho do chocolate não importa, apenas o prazer que ele proporciona.

17) O chocolate cheira bem.

18) Nao é difícil comer chocolate pela primeira vez.

19) Você pode levar o chocolate na bolsa.

20) Você pode comer chocolate a vontade, que nunca vai engravidar.

21) Chocolate não transmite AIDS.

22) Você não precisa usar camisinha para comer chocolate.

23) Se o seu filho lhe vir comendo chocolate, não vai ficar fazendo perguntas constrangedoras.

24) Ninguém termina um casamento por falta de chocolate.

25) Você não precisa esperar quase uma hora para comer outro.

Fonte: Blog THV Junior

domingo, 19 de outubro de 2008

Sobre a Vírgula


Campanha dos 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)


Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Não, espere.

Não espere.


Ela pode sumir com seu dinheiro.

23,4.

2,34.


Pode ser autoritária.

Aceito, obrigado.

Aceito obrigado.


Pode criar heróis.

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.


E vilões.

Esse, juiz, é corrupto.

Esse juiz é corrupto.


Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.


A vírgula muda uma opinião.

Não queremos saber.

Não, queremos saber.


Uma vírgula muda tudo.


ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.



Detalhes Adicionais: SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.

Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.



Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet

Por Anderson e Roseane Miranda
11 de maio de 2007

Tendo como principal meio de divulgação a Internet, a pedofilia movimenta milhões de dólares por ano e expõe milhares de crianças indefesas a abusos que nem mesmo adultos suportariam...

Podemos afirmar, hoje, a existência de Clubes de Pedofilia! Esses “Clubes” servem para “associar” pedófilos pelo mundo; onde estes podem adquirir Fotos ou Vídeos contendo Pornografia Infantil ou, pior, “contratar” serviços de Exploradores sexuais, fazer Turismo sexual ou mesmo efetivar o Tráfico de menores e aliciá-los para práticas de abusos sexuais. E, pasmem, este circo de horrores é responsável pelo desaparecimento de crianças no mundo inteiro.

Desenvolvemos um trabalho árduo, sem fins lucrativos, no combate ao crime, recebendo e repassando denúncias, com o auxílio de internautas que de algum modo, se viram diante de sites ou imagens contendo pornografia infantil ou pedofilia.

Hoje, a nossa principal missão é a conscientização de internautas (usuários da Internet), políticos (responsáveis pela Legislação do País), as Famílias e a Sociedade como um todo, sobre a situação preocupante, imposta pela ação criminosa através da Internet. Nossas crianças correm o risco real e imediato de serem assediadas via Internet, raptadas para contracenarem em cenas sádicas, doentias, ou ainda, de verem publicadas sua dor, sua angústia pelo sofrimento no abuso ou exploração sexual... Por isso, abrace esta causa.

Quem denuncia salva!

Fonte: Site Censura

A CONSEQÜÊNCIA DA CORRUPÇÃO

Por: Leandro José

Ultimamente na política brasileira têm acontecido muitos escândalos envolvendo parlamentares brasileiros como, dólar na cueca, mensalão, caixa – dois entre outros, estes são os pontos negativos da política brasileira fazendo com que ela fique em baixa.

As conseqüências destes casos de corrupção são escolas públicas em estado desprezáveis professores mal renumerados, fazendo com que o ensino das escolas públicas brasileiras fique defasado, além de hospitais em mals estados, sem médicos para atender os pacientes, fazendo com que eles fiquem esperando em filas que nunca acabam.


Todas essas conseqüências acabam fazendo com que a população brasileira se revolte contra os parlamentares brasileiros buscando melhorias para o seu dia a dia e melhorias para a política brasileira.Uma possível solução para a corrupção parlamentar seria o maior rigor nas leis brasileiras.

Mas corrupção não está somente na política, mas também nas ruas com as pessoas, com coisas simples que acontece no seu dia a dia como fura a fila, pegar o lugar das outras pessoas no estacionamento reservado para a aquela pessoa coisa como essas.Mas lembre-se Deus e um juiz justo tudo o que você fizer na Terra seja de bom o de ruim um dia você será julgado e ira pagar aqui mesmo na Terra ou será recompensado também o seu julgamento está em suas mãos faça-o por merece seja ele um bom ou um mau julgamento.



sábado, 18 de outubro de 2008

Escolhas de uma vida

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico eresponsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas asalternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenharesponsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!

Pedro Bial

Fonte: Bilibio Website

FALTA DE TEMPO

Existem inverdades que se tornam sagradas. Quanto mais indemonstráveis, mais persistentes e repetidas. É clichê dizer que vivemos uma época em que falta tempo para tudo. Jornalistas, por exemplo, adoram justificar isto e aquilo com o argumento da falta de tempo. Faltaria, por exemplo, tempo aos leitores. Nada mais falso. Estamos na era do tempo livre. Nunca se teve tanto tempo disponível. No começo do século XX, ainda se trabalhava uma média de 16 horas por dia, seis a sete dias por semana. Hoje, a média oficial é de oito horas. Em alguns países, como a França, com acertos e erros, já se experimenta a semana de 35 horas de trabalho. Muitas categorias ou indivíduos têm dois dias de folga semanais.

Não existiam eletrodomésticos como agora. As tarefas da casa exigiam de cada mulher jornadas inteiras. Lavava-se roupa no tanque ou no arroio, cozinhava-se em fogão à lenha, passava-se com ferro a carvão. Tudo era manual. Lembro-me de que minha avó e minha mãe, não faz tanto tempo assim, começavam as lides domésticas pelas 7 horas da manhã e só paravam um pouco lá pelas 3 horas da tarde. Depois de um breve descanso, começava o segundo turno e lá iam elas pela noite. As famílias eram numerosas, com elevadas taxas de natalidade. Os homens faziam longas jornadas de trabalho e, chegando em casa ao anoitecer, continuavam na labuta. A iluminação era deficiente e dormia-se cedo. Não sobrava tempo algum.

Hoje, já a partir da classe média baixa, máquinas de lavar e de secar, aspiradores de pó, microondas e outros aparelhos diminuem o tempo empregado nas tarefas manuais. Muita gente nem sabe o que fazer com tanto tempo livre e se deprime. Existem mais oportunidades de lazer. O problema não é a falta de tempo, mas a escolha do que fazer. Não estamos na era da falta de tempo, mas no apogeu do tempo livre. Dentro de algumas décadas, podem apostar, haverá rodízio de trabalhadores, cada um dedicando ao ganha-pão meio turno diário. É certo que boa parte da humanidade ainda trabalha tanto quanto antigamente e pelas mesmas migalhas, tendo ainda de amargar horas de engarrafamento ou longos deslocamentos. Não é, porém, dessa parte que se fala quando se reclama da falta de tempo. É daquela fatia que pode escolher.

Dizem que se lê menos por falta de tempo. Balela. Quem gosta de ler, prioriza a leitura, livrando-se mais rapidamente de outras tarefas. O problema da leitura não é a falta de tempo. É falta de gosto pela leitura. Ninguém é obrigado a passar sete horas por dia na frente da televisão ou outras tantas no Orkut, no MSN ou navegando de um site a outro na Internet. É considerável o número de pessoas que sofre de síndrome de fim de semana, a doença de quem não sabe ficar em casa com tanto tempo livre. A prova de que não falta tempo é a audiência de programas idiotas como 'Faustão' e de quase tudo o que passa na TV. Se houvesse falta de tempo, uma rede de televisão não exibiria cinconovelas por dia com sucesso. Na época dos congelados e do teletudo, o excesso de tempo enche os consultórios dos psicanalistas. Sobra tanto tempo que alguns assumem atividades supérfluas em demasia a ponto de não sobrar tempo para nada. A falta de tempo é uma ilusão dos desocupados. Ou um truque de executivos para valorizar os altossalários que recebem pelo pouco que fazem.
Juremir Machado da Silva*- CP

* Nota sobre o autor: Juremir Machado da Silva - Nascido em 1962 na cidade gaúcha de Santana do Livramento, Juremir é escritor, jornalista e historiador. É doutor em Sociologia pela Universidade René Descartes, Paris V, Sorbonne. Em Paris, de 1993 a 1995, foi colunista e correspondente do jornal Zero Hora. Atualmente, além de coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação da PUC-RS, assina uma coluna duas vezes por semana no Jornal Correio do Povo de Porto Alegre-RS.

Como lidar com pessoas difíceis

Como lidar com pessoas que você não suporta (mas que é obrigado a conviver).



Às vezes você tem vontade de mandar acorrentar o seu chefe brucutu num rochedo, para um abutre lhe devorar o fígado? No trabalho, tem que aturar gente que só fica enrolando, enrolando e nunca decide nada? Já está cansado de ouvir dos "frentes frias" de plantão "não vai dar certo" ou "não tenho nada a ver com isso"? A úlcera ataca só de ouvir a voz do "sabe-tudo" do escritório, que parece que vive testando a sua paciência? Pois é. Ninguém está imune a conviver com gente insuportável. "Esse pessoal pode tornar sua vida estressante e desagradável, impedindo-o de alcançar metas importantes", dizem os médicos americanos Rick Brinkman e Rick Kirschner, autores do livro Como lidar com Pessoas que Você Não Suporta (editora José Olympio). Especializados em questões relacionadas ao bem-estar psíquico e emocional, eles estenderam seus domínios para além do consultório e hoje também prestam consultoria a várias empresas. Veja alguns de seus conselhos para lidar com essa turminha difícil de engolir:





1) Em primeiro lugar, pare de perder tempo reclamando. Ficar sofrendo e praguejando porque o outro não muda não ajuda em nada. Ao contrário, as frustrações e divergências tendem a piorar, o que pode acabarcomprometendo seu moral e sua produtividade.



2) Tente mudar de opinião sobre quem você não suporta. É difícil, sem dúvida. Mas talvez a tal criatura não seja assim tãããão intragável quanto você imagina. Respire fundo e procure ver o que ela tem de bom. Ouça-a de verdade. Aproxime-se dela. Ao mudar seu comportamento, a figura também aprenderá novas formas de agir com você.



3) Enfatize as semelhanças. Para se relacionar bem (ou menos mal) com alguém cujo santo não bate com o seu, o primeiro passo é encontrar alguma afinidade, algum interesse comum. Você já não se viu conversando com alguém e de repente descobriu que ambos cresceram na mesma cidade ou estudaram no mesmo colégio? Nessa hora as diferenças e as distâncias tendem a diminuir.



4) Você quer ser ouvido e compreendido? Pois então trate, antes, de ouvir e compreender. Dê ao fulano abertura para ele falar o que quiser - sem fazer cara de tédio, é óbvio. Ao saber o que ele pensa e sente, aprobabilidade de também querer escutar o que você tem a dizer aumenta consideravelmente.



5) Esclareça. Ao ouvir o que a pessoa quer falar, demonstre interesse. Como? Fazendo perguntas que exijam mais que um grunhido como resposta, bem entendido: "Do que está falando?", "A que está se referindo?", "Onde aconteceu?", "Quando ?", "Como?" A capacidade de fazer perguntas certeiras é fundamental para obter as respostas que você quer.



6) Seja franco. Muito mais eficiente do que se supõe, a melhor política para se conseguir o melhor das pessoas é estabelecer com elas um diálogo honesto e construtivo. Mas antes procure criar um clima de confiança e harmonia. Ou o tempo pode fechar…



7) Não perca a cabeça. Todo mundo sabe que quando um não quer, dois não brigam. Sim, arme-se de paciência. Durante uma conversa ou uma reunião, quanto mais você discordar, mais iminente será a briga. Posicione-se, mas refreie os impulsos de levar a coisa para o lado pessoal. Não se queime à toa…



8) Às vezes, a melhor opção é capitular. Nem todos os problemas têm solução, e alguns deles simplesmente não compensa resolver. Se a situação está insustentável, se tudo o que faz ou diz só piora as coisas e você acredita que a situação degringolou mesmo, lembre-se de que a prudência vale mais que a coragem. Fique na sua. Ou desista de vez.



Fonte: Deia Kinipel

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Dom Messias convoca a diocese para uma grande mobilização


Uruaçu, 08 de outubro de 2008


Prezados padres, religiosas, seminaristas, lideranças e todo povo de Deus residente na Diocese de Uruaçu


A nossa Diocese vai realizar na primeira quinzena de novembro a sua segunda coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular. Esse projeto de lei, também chamado de Ficha Limpa visa impedir que pessoas que tenham pendências na justiça se candidatem para os cargos legislativo e executivo.


Para que esse Projeto de Lei seja aprovado são necessárias 1.300.000 assinaturas. Até o momento já foram coletadas 350.000 assinaturas. Para assinar é preciso ser eleitor e ter o título de eleitor em mãos, pois no formulário deve constar o número do título eleitoral.


Na Diocese de Uruaçu já houve uma primeira coleta de assinaturas no mês de julho através da qual conseguimos 2.710 assinaturas. Esta foi nossa primeira colaboração. Agora será feita uma grande mobilização para que na primeira quinzena de novembro sejam conseguidas mais 30.000 assinaturas. Esta é nossa meta: 30.000 assinaturas. Desejamos que, em toda Diocese, sejam organizados grupos de pessoas que visitem as casas coletando assinaturas para esta nobre causa. Pretendemos que haja pontos de coletas nas escolas, comércio, hospitais, rodoviárias, clubes, comunidades urbanas e rurais e outros que a criatividade descobrir. Queremos contar com a ajuda de outras Igrejas e várias organizações da sociedade. Em Campos Verdes o Padre Carlos Vicente está trabalhando em conjunto com os Pastores da Cidade para esta grande mobilização. Temos menos de um mês para nos organizarmos e agir com todo entusiasmo durante os quinze dias de coleta das assinaturas.


A pessoa de referência ou coordenadora da mobilização em cada cidade deverá ser alguém que acredita neste projeto e seja designada para essa função. Sua função é dinamizar para que os grupos se organizem. Peço a cada padre para que tome a iniciativa de ajudar na indicação de quem vai coordenar a mobilização. O papel do padre na divulgação é muito importante. Antes do início da coleta de assinaturas deve haver uma ampla divulgação e sensibilização através dos avisos paroquiais, rádios, carro som, faixas nas ruas, visitas às escolas, reuniões com as pessoas que vão participar da coleta. É muito importante envolver o maior número de pessoas neste evento. Não se esqueçam de pedir a ajuda dos professores os quais poderão pedir aos alunos que coletem assinaturas. Vamos juntos trabalhar por esta causa justa.


Vejam este testemunho de uma cidade do Estado de São Paulo


“Muitas ações realizadas no último domingo (05 de 0utubro), aconteceram graças ao apoio de voluntários. Em Águas da Prata, no estado de São Paulo, o pequeno município de apenas seis mil habitantes, conseguiu coletar 800 assinaturas. Estudantes entre 15 e 17 anos da cidade foram os voluntários que atuaram nas seis bancas montadas do lado de fora das seções eleitorais. Os jovens se interessaram em ajudar na Campanha depois de assistirem palestras e peça de teatro do MCCE em suas escolas” (Fonte http://www.mcce.org.br/).

O formulário para a coleta de assinaturas pode ser baixado nos seguintes sites: http://www.diocesedeuruacu.com.br/; http://www.cnbb.org.br/, http://www.mcce.org.br/
Vamos fazer um grande esforço para conseguir mais 30.000 assinaturas em nossa diocese de Uruaçu.
Os formulários preenchidos devem ser enviados para a Cúria Diocesana e nós os enviaremos para o MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral).

Esperançoso no êxito desta campanha rogo ao Imaculado Coração de Maria cubra a todos e todas com suas bênçãos.


Dom Messias dos Reis Silveira
Bispo da Diocese de Uruaçu/GO

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Decidir e Escolher

Por Sergio Naguel
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Decidir é um tipo sofisticado de escolha. Decidir inclui uma dose de risco enquanto escolher exige apenas a disponibilidade de opções. Na vida temos as duas possibilidades e ambas são importantes, mas as decisões vão além, são fundamentais. Por quê? Por que, a todo momento, queiramos ou não, consciente ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. Não escolher é uma escolha. Ou seja. todo mundo faz escolhas o tempo todo.
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No caso de decidir é diferente pois exige coragem enquanto a escolha demanda experiência ou conhecimento anterior. Por isso, não muitas pessoas que se determinam por tomar decisões na vida. E se a pessoa não decide a sua vida haverá sempre alguém que determinará os caminhos que ela poderá seguir dando-lhe as opções do que é o caminho certo e o que é o errado.
Uma vez que opta por fazer apenas escolhas entre aspectos criados por outros, acaba por condicionar-se no mundo dos hábitos.
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Resultado: em um dado momento da vida, a pessoa vai perceber que, o que os hábitos dizem, não correspondem ao que ela está sentindo ou pensando na verdade. A pessoa está experimentando uma sensação que os outros dizem que ela não poderia estar sentindo.
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E o que ela faz neste momento de dissonância cognitiva? Paradoxalmente ela vai pedir ajuda exatamente para as pessoas que a colocaram nesta situação de conflito. Estas pessoas, aquelas que forneceram as opções do que é certo e errado, irão praticar a manutenção dos dogmas e paradigmas estabelecidos por elas. E não hesitarão em clamar pelo bicho-papão ou o homem do saco para despertar o medo e assim fazer com que ela não ouça a sua voz interior que é a sua sabedoria superior.
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Acredite, ninguém sabe mais sobre você do que você mesmo. Fique atento então. Vigiai e orai esta é máxima bíblica que devemos seguir. Verifique, contextualize, evite generalizar partindo das informações que chegam até você. E aí, tome a sua decisão.
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Medo, com certeza virá. A coragem não é vacina, é apenas antídoto. Significa dizer que você deve manter a sua dose de coragem junto a você na jornada da vida. Contudo, será a sua vida e isto é o que importa.
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Ao ler um texto sempre nos posicionamos de alguma forma frente a ele surgem lembranças sobre outros textos, sobre experiências, surgem dúvidas e incompreensões. É desta forma que construimos nossa visão crítica acerca do seu conteúdo. Na seção comentários você poderá socializar suas dúvidas e observações, poderá encontrar e oferecer soluções, depositar suas opiniões, sugerir novas leituras, enfim, poderá ampliar a compreensão sobre os textos. Então, participe. Permita fazer isto agora.
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Dia do professor!

Imagem: Blog Tudo tem seu tempo

Aos Professores



As bolas de papel na cabeça,

os inúmeros diários para se corrigir,

as críticas, as noites mal dormidas...

Tudo isso não foi o suficiente

para te fazer desistir do teu maior sonho:

Tornar possíveis os sonhos do mundo.




Que bom que esta tua vocação

tem despertado a vocação de muitos.

Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,

quando em seu dia-a-dia

tantas dificuldades acontecem.

A rotina é dura, mas você ainda persiste.

Teu mundo é alegre, pois você

consegue olhar os olhos

de todos os outros e fazê-los felizes também.




Você é feliz, pois na tua matemática de vida,

dividir é sempre a melhor solução.

Você é grande e nobre, pois o seu ofício

árduo lapidao teu coração a cada dia,

dando-te tanto prazer em ensinar.




Homenagens, frases poéticas,

certamente farão parte do seu dia a dia

e quero de forma especial, relembrar

a pessoa maravilhosa que você é

e a importância daquilo do seu ofício.

É por isto que você merece esta homenagem

hoje e sempre, por aquilo que você é

e por aquilo que você faz.




Parabéns!




Autor Desconhecido

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Seja um idiota

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!…

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único “não” realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!


Arnaldo Jabor

10 Mandamentos do Otimismo

1- Hoje é o dia mais importante da sua vida. Não o sobrecarregue com lembranças dolorosos do ontem, nem com temores covardes do amanhã. Viva o dia de hoje com entusiasmo e harmonia.

2- Construa você mesmo sua Vida. Não permita que opiniões e erros alheios o conduzam ao fracasso.

3- Irradie amor, carinho e simpatia. Não guarde seu tesouros espirituais, pois, quando mais alegria e amor espalhares, mais feliz será.

4- Não espere pelos outros. Tua grande fonte de energia está em ti mesmo- se souberes utilizá-la verás quando já és próspero e forte.

5- Seja pontual, sincero e exigente consigo mesmo. Quem não se disciplina desperdiça tesouros de energia física e mental, acabando por destruir-se que , lembre-se que o tempo deve ser usado com sabedoria.

6- Cuide de teu corpo e tua mente, conservando ambos sadios. Como os males de um se refletirão no outro, os dois merecem, por igual, ter cuidado. Alimente sua mente com pensamentos positivos e saudáveis para que seja refletido em seu corpo.

7- Tenha paciência. Jamais duvide da vida e de que a vitória pertence aos que sabem esperar o momento certo de agir. Não tenha pressa, tudo tem seu tempo.

8- Fuja da extravagância e do desperdício. Os dois são próprios do desequilíbrio na vida é um bem inestimável.

9- Faça diariamente uma avaliação de tua vida. Veja o que realmente deve dar importância, se não estás esperdiçando seu tempo com coisas inúteis como preconceitos e ressentimentos, pois tudo tudo gira em torno da paz e harmonia.

10- Ao tomar uma decisão consiste e livre, jamais te afaste dela. Seja seguro em suas decisões. Saber querer é a base para vencer. Com otimismo tudo se resolve.

Fonte: Site Contábil

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Agora é Lei: contratos terão que ter letras tamanho 12

Mudança na lei entra em vigor a partir de hoje*



A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou no dia19 de junho, o Projeto de Lei 6426/05, do Senado, que obriga as empresas aredigir seus contratos de adesão com tamanho de letra que possa parafacilitar a leitura e a compreensão do consumidor.



O projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi assinado pelopresidente em exercício, José Alencar, nesta segunda-feira, dia 22, emodifica o Código do Direito do Consumidor, que, apesar de já exigir queos caracteres fossem redigidos de forma legível, não estipulava um padrãomínimo de medida tipográfica a ser observado.



A edição do Diário Oficial desta terça-feira (23) publicou a lei queobriga os fornecedores de produtos e serviços a redigir contratos comletras de tamanho 12, no mínimo. O objetivo da medida é facilitar aleitura e entendimento dos contratos fornecidos pelas empresas aosclientes. Sendo assim, a partir de hoje, dia 23 de setembro de 2008, osconsumidores podem exigir a apresentação dos contratos com letras comcorpo 12.



Vamos divulgar esta notícia e fazer valer nossos direitos.



A partir de hoje [* 23 de setembro de 2008], nada de lupa para enxergar as letrinhas dos contratos!



Fonte: Blog Nice Pinheiro

5-10-1988 Aniversário da Constituição



Artigos sobre o aniversário de 20 anos de promulgação da 'Constituição Cidadã'



Os 20 anos da Constituição


A comemoração dos 20 anos da Constituição Federal, em vigor desde 5 de outubro de 1988, é também uma celebração da estabilidade política a partir da restauração democrática. Nunca antes, na história republicana, os brasileiros haviam conhecido uma fase tão longa de convivência pautada pelo respeito às instituições. A nova Carta, descrita por Ulysses Guimarães como a Constituição Cidadã, é, sobretudo, um símbolo dessa passagem à maturidade política. O próprio texto constitucional é um texto ainda em evolução. Já foi emendado 62 vezes e ainda será submetido a novos ajustes para abrigar, entre outras mudanças, uma reforma política e uma tributária.

A melhor parte da obra realizada pelos constituintes - num delicado momento de transição da ordem autoritária, que vigorara por mais de duas décadas, para o regime democrático - foi a enumeração inovadora dos direitos individuais e sociais, consagrando os valores da liberdade. Já a organização do governo, por ter combinado elementos parlamentaristas e presidencialistas, criou problemas de ordem prática que ainda vêm sendo superados. De qualquer forma, o arranjo tem sustentado, sem sobressaltos, a normalidade democrática. Poderá ser melhorado, se uma reforma política der maior consistência aos partidos e tornar o governo menos dependente da formação de maiorias instáveis e contaminadas pelo fisiologismo.

Os defeitos da Constituição - que não são poucos e são graves - são de outra ordem. O texto elaborado pelos constituintes, em 1987-88, foi em grande parte concebido como a negação do regime anterior. Os direitos sociais foram ampliados - com a expansão das obrigações previdenciárias do setor público, por exemplo - sem muita preocupação com suas implicações fiscais. Buscou-se a descentralização política por meio do fortalecimento de Estados e municípios, numa evidente reação ao ordenamento do período autoritário. Aumentaram-se as transferências financeiras para os chamados entes federativos, com aumento de encargos para a União e nenhuma garantia de prestação de serviços melhores e mais amplos pelos governos estaduais e municipais.

O texto promulgado em outubro de 1988 era excessivamente detalhista, programático e pouco funcional - para dizer o mínimo - em vários aspectos. O artigo 192 limitou os juros em 12% ao ano, refletindo uma evidente combinação de interesses privados com certa dose de ingenuidade ideológica. Não poderia funcionar. Também ideológica foi a distinção entre empresa brasileira de capital nacional e empresa brasileira de capital controlado por pessoas físicas ou jurídicas não residentes no País. O artigo 171 permitia discriminação no tratamento proporcionado pelo governo aos dois tipos de companhias. Esse artigo foi eliminado pela Emenda nº 6, de 1995.

Das 62 emendas, 6 foram produzidas no período de revisão previsto pelos constituintes e promulgadas em 1994. Nesse período, a tramitação das propostas foi simplificada. As outras 56 resultaram de um processo mais complexo e dependeram de aprovação por três quintos dos votos em duas votações na Câmara e no Senado.

Acertadas ou não, as emendas serviram, na maior parte, para ajustar a Constituição às limitações da vida real. A desvinculação de receitas da União, por exemplo, serviu para dar um pouco mais de liberdade financeira ao governo federal num sistema fortemente engessado. A criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, depois convertido em contribuição, de início livrou o Tesouro de um aperto. Mas o governo gostou do truque e tornou-se dependente desse dinheiro para sustentar despesas sempre crescentes.

No balanço geral, essa Constituição remendada tem servido como um bom farol para a ordenação da vida brasileira. Seu texto contém remédios até para a negligência dos legisladores. Falta regulamentar grande número de artigos - por exemplo, na parte referente ao direito de greve dos servidores públicos - e essa deficiência tem sido compensada, em parte, pela ação do Judiciário.

A própria Justiça não está livre de certas esquisitices constitucionais. Pelo artigo 107, os Tribunais Regionais Federais serão compostos de, "no mínimo", sete juízes. Um quinto deverá ser recrutado entre advogados com mais de dez anos de atividade profissional, etc. Pela velha aritmética, um quinto de sete é 1,4. Esquartejar é a solução?



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Constituição: 20 anos


Por: Adriano Zanotto*

Todos se recordam da memorável data quando Ulysses Guimarães, empunhando a Constituição Federal, a declarou promulgada, no início de outubro de 1988. Isto porque este instrumento jurídico-político não só representava a consolidação do regime democrático como uma grande conquista da cidadania brasileira, por tantos anos amargada pelo regime onde a falta de liberdades imperava.

Passados quase 20 anos muito se avançou na sua regulamentação, contudo muito ainda há que se realizar. Tivemos avanços como o Código de Defesa do Consumidor, comemorado como um dos instrumentos mais avançados do mundo nesta área. Avanços no trato do meio ambiente, dos direitos sociais, direito dos idosos, entre outros constantes da Carta, que elencou como um dos fundamentos da própria existência da Constituição e do Estado Democrático de Direito o princípio da dignidade da pessoa humana. Hoje, como ontem e sempre, há necessidade de se propalar o varejo da cidadania, que é, em síntese, fazer com que as belas letras inscritas na Constituição sejam realidade do povo brasileiro. Há, porém, retrocessos. Principalmente na área das liberdades. Sob o pretexto de combate ao crime, ataca-se o direito à intimidade, ao sigilo profissional, à liberdade, ao sigilo telefônico, fiscal, etc, como se o "Grande Irmão" da obra de Orwell se materializasse na realidade presente.

Democracia se aprende com mais democracia. Liberdade, com mais liberdade. Os mecanismos de garantias individuais constitucionais devem ser aperfeiçoados, não tolhidos, sob pena de estarmos novamente sob regime opressivo. Da exceção, corre-se o risco de fazer a regra. Já advertiu Benjamin Franklin: "Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança".

* Advogado




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Ainda sobre o assunto: Portal da "Constituição Cidadã"

Onde vamos parar?

Heródoto, grego antigo, considerado o primeiro historiador de todos os tempos, narra um episódio de que serve como analogia para nossa ânsia em saber o que vai acontecer após as eleições, o que vai acontecer no futuro.

Cito essa história de memória, perdoem-me qualquer discrepância aqueles que já a conhecem.

Um certo rei, muito poderoso, sentindo-se ameaçado pela força do exército do rei visinho, mais poderoso ainda, resolve invadir-lhe o reino antes que o outro lhe declare guerra, contando com o elemento surpresa para sair vitorioso. Mas, antes de tomar essa ação, busca saber junto ao oráculo de Delfos o que irá acontecer caso resolva-se pela invasão.
O oráculo consultado sobre quem venceria caso houvesse uma confrontação de forças, respondeu: "o grande rei vencerá".
Certo de sua vitória o rei invadiu o país visinho. Foi rechaçado e precisou recuar, o inimigo vendo-o enfraquecido, invadiu suas terras e tomou-lhe o reino. Vencido o rei foi reclamar com o oráculo que sua previsão não tinha funcionado. O oráculo respondeu que sua previsão era a correta: "o grande rei vencerá".

Óbvio que o futuro não pode ser previsto, mas muitas vezes agimos como se isto fosse possível. Quantos de nós não perdemos noites de sono tentando descobrir o que acontecerá se fizermos isto ao invés daquilo? Quantos de nós não tentamos ser o oráculo de Delfos e dizemos: "Se o candidato tal vencer as eleições será o caos". Como se a nós pertencesse o dom da adivinhação!

Pois o que vai acontecer não depende só de nós, quantas vezes nos vemos em situações em que tudo deu errado, apesar de termos agido certo durante todo tempo? Seja porque fatos ocorreram que não podíamos prever ou porque os outros tomaram ações que não esperávamos ou porque, simplesmente, choveu?

Buscamos prever o futuro, para nos deixar sossegados de que estamos fazendo a coisa certa, tomando a decisão correta. Mas, na verdade, estamos buscando nossa paz interior num lugar onde ela não reside e, assim, só encontramos frustração.

A verdade é que nossa paz interior só depende de nós, de agirmos de acordo com nossos valores, nossas crenças, nossa consciência, o resto é tentativa infrutífera de controle ou manipulação.

Assim, ao invés de buscar prever o futuro vamos construí-lo, reconhecendo que não está em nosso poder realizar o futuro desejado, mas está em nosso poder construir o caminho. Afinal os nossos passos, só os nossos passos é o que levamos daqui. E a marca de nossas pegadas é a única herança que podemos deixar para nossos filhos.

Eliana Dutra


Fonte: PRO-FIT Coaching & Treinamento

Tempo de escolher

Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns, apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros, admiram a estabilidade conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns, recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém desafiadoras. Outros, têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas por fazer, mas não conseguem abraçar a tudo.

Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de se fazer escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: “Entre o ´sim´ e o ´não´, só existe um caminho: escolher.”

Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão clara, específica e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras aos 50. Algumas talvez nunca tomem esta decisão e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência.

Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar a outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo ao muito duvidoso. Assim, uma companhia que lhe oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.


Prazer e Vocação

Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci que dizia “a sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse o contrário. Porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.

Todavia, é indiscutivelmente importante alinhar o prazer às nossas aptidões. Encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós ao que chamamos vocação. Oriunda do latim vocatione, e traduzida literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade. Uma voz imaginária que soa latente, capaz de fazer advogados virarem músicos, engenheiros virarem suco. É um lugar no tempo e no espaço onde a felicidade tem sua morada.

Escolhas são feitas com base em nossas preferências. E aí recorro novamente à etimologia das palavras para descobrir que o verbo preferir vem do latim praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre-arbítrio.

O mundo corporativo nos guarda muitas armadilhas. Trocar de empresa ou mudar de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. A problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando: “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?” Prefiro não carregar comigo o benefício desta dúvida. Por isso, opto por assumir riscos, evidentemente calculados, e seguir adiante. Dizem que somos livres para escolher, porém prisioneiros das conseqüências...

Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura meramente defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.

Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não lhe valorizam, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “não se pode ser bom pela metade”. Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio caminho para o fim.

Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com paixão?”

Qual seria a resposta para você?

Tom Coelho

Fonte: Site Contábil

O eleitor e os corruptos

Escrito em 07 de agosto de 2008, às 15h19, por Juremir Machado da Silva - CP


Não adianta negar: tem eleitor que adora candidato corrupto. Vamos ser sinceros: tem eleitor que não pode ver um corrupto sem lhe oferecer o seu voto. Vamos ser absolutamente francos: tem eleitor que vota em corrupto até de graça. Só pela simpatia. Por admiração. Se duvidar, aparece eleitor com inscrição na camiseta: eu amo o meu corrupto.
Não é por acaso que cada governo, mesmo com todos os escândalos de corrupção, se vangloria dos seus feitos e toca em frente. FHC comprou a emenda que lhe permitiu a reeleição? Ah, mas ele estabilizou a moeda. Houve uma roubalheira nas privatizações? Certo, mas o país ficou melhor, com mais telefones e uma economia mais dinâmica. Teve mensalão no primeiro governo do atual presidente? Ah, mas ele fez o ProUni, o Bolsa-Família e ainda manteve o Brasil no bom rumo econômico.Se fizer algo de bom, pelo jeito, pode até roubar. A prova de que tem eleitor doido por um corrupto é a bem-sucedida carreira política de Paulo Maluf.
A Folha de S. Paulo publicou, no último domingo, um interessante levantamento de dados sobre candidatos a prefeito, com ficha suja, na eleição de 2004. Pois não é que 50% dos com alguma culpa no cartório foram reeleitos? Eleição de prefeito é aquela da proximidade. Cada um pode conhecer bem os currículos dos candidatos. Não tem mistério. Na maioria dos municípios brasileiros, de pequeno porte, os candidatos são mais conhecidos do que erva ruim ou, mais precisamente, como erva ruim. Mas se reelegem. A única explicação plausível para isso é que o eleitor já conhece os seus golpes e não quer correr o risco de surpresas. Corrupto por corrupto, fica-se com o de estimação.
Segundo a Folha, Antônio Calmon (PFL) reelegeu-se em São Francisco do Conde, Bahia, apesar de responder a processo por superfaturamento, uso de apartamento de uma empreiteira e fraude em licitações. Tudo coisa simples. O sujeito concorreu na chapa O Progresso Não Pode Parar e foi recompensado com um novo mandato. A hipocrisia e o cinismo também não podem parar. Mas deviam.
Os nomes das coligações e das frentes, em geral, indicam o vazio das propostas e o artificialismo das estratégias dos marqueteiros. É só criar um slonganzinho aqui e uma novidadezinha ali para que o produto seja vendido. Esse tal Calmon 'pagou R$ 629 mil por 4,3 milhões de elásticos para prender dinheiro, nunca entregues'. Não dá para saber se o dinheiro ou os elásticos.
O caso mais interessante divulgado pela Folha de S. Paulo foi o de Hércules Ribeiro, reeleito para a Prefeitura de Pitimbu, na Paraíba, depois de ter sido acusado de pagar a uma empreiteira pela perfuração de um poço já aberto.
Faz sentido. Assim como tem vaca que esconde o leite, tem poço que, mesmo aberto, esconde a água. Aí só tem um jeito para resolver os dois casos, tanto o da vaca quanto o do poço: mamar, sugar, chupar. Chega uma hora em que o líquido começar a jorrar. O eleitor, percebendo tanta criatividade e persistência, recompensa com votos. Há quem, em todos os níveis da sociedade, receba algum leite em troca da vaca ou alguma vaca em troca do leite. A política é um poço sem fundo. Quanto mais fura, mais tem a furar. E a pagar pelo furo. Eleitor apaixonado por corrupto é pior do que homem ou mulher que se apaixonam por canalha. É amor sem fim. Aconteça o que acontecer, a pessoa quer mais e dá uma nova chance. Só acaba na urna.
Nota sobre o autor: Juremir Machado da Silva - Nascido em 1962 na cidade gaúcha de Santana do Livramento, Juremir é escritor, jornalista e historiador. É doutor em Sociologia pela Universidade René Descartes, Paris V, Sorbonne. Em Paris, de 1993 a 1995, foi colunista e correspondente do jornal Zero Hora. Atualmente, além de coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação da PUC-RS, assina uma coluna duas vezes por semana no jornal Correio do Povo de Porto Alegre-RS.