sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
As piores idéias brilhantes para salvar o planeta

1 - Barco movido a energia humanaUma alternativa aos navios abastecidos com combustíveis fósseis, causadores do aquecimento global, é usar uma espécie de barco em formato de concha que deslizaria sobre as águas do rio movido com a energia do exercício humano. Dentro do "ecobarco" haveria uma academia de ginástica e a energia das pessoas nas esteiras e bicicletas seria usada para impulsionar o meio de transporte. Mas será que essas academias flutuantes seriam uma solução para o trânsito das grandes cidades? A praticidade da ideia é discutível. Será que as pessoas iriam mesmo suar no caminho de encontros e entrevistas de emprego? Os recursos usados para construir a academia valeriam a economia de energia depois? Talvez seja mais fácil ir de bicicleta ou a pé mesmo.
2- Árvores falsasWallace Broecker é um cientista apaixonado - e também um pouco maluco. Ele tem um plano desesperado para salvar o planeta: plantar milhões de árvores falsas pela Terra a um custo de 600 bilhões de dólares por ano. As "árvores sintéticas" seriam capazes de absorver o gás carbônico e ajudariam a deter o aquecimento global, assim como as árvores naturais. Apesar de ser respeitado no meio por ser o cientista que cunhou o termo "aquecimento global", seu plano de fixar árvores falsas não está pegando.
Quando soltam "puns", as vacas liberam grandes quantidades de gás metano, que é 23 vezes mais poluente do que o gás carbônico. Pesquisadores descobriram, recentemente, que os cangurus, ao contrário, têm "puns" livres de metano devido a uma bactéria ainda não identificada. Eles acreditam que, se os rebanhos recebessem essa bactéria, grande parte da poluição por metano seria evitada. Mas são necessários três anos para isolar a bactéria e ainda não se sabe que impacto que elas causariam na saúde das vacas.
A geo-engenharia já foi considerada coisa de lunático pela ciência, mas não é mais. Agora, os cientistas querem saber o potencial de refrigeração da Terra devido a uma explosão vulcânica proposital. Quando o Monte Pinatabuto, nas Filipinas, explodiu, em 1991, milhões de toneladas de ácido sulfúrico foram liberadas e a atmosfera resfriou. O problema é que os cientistas ainda sabem pouco sobre o mecanismo exato do aquecimento global e criar de propósito catástrofes da natureza pode resultar mais em problemas do que em benefícios. A geo-engenharia não está fora de jogada, mas tem um percurso longo até ser de fato viável.
5 - Usinas de tornadosDesde que ficaram frequentes os tornados com mais de 180 Km/h de velocidade, os cientistas estão trabalhando numa máquina para aproveitar essa energia , que pode chegar a 1 mega-Watt por hora. Um deles já disse saber como criar uma armadilha para captar e manter um tornado ativo, gerando toda a energia de que precisamos. A máquina comercial deve ser viável daqui a cinco anos, mas os riscos de uma invenção como essa são sérios. O tornado "aprisionado" pode sair do controle, destruindo seu "receptáculo" e causando uma grande devastação. O pesquisador considera essa uma preocupação "ridícula" e diz que é preciso apenas dar uma espécie de chicotada com um instrumento próprio para que o tornado volte ao seu espaço definido.
Fim de 'firma reconhecida'
Mais uma bobagem deverá ser extinta da burocracia pública. O Governo Federal pretende acabar com o famoso “reconhecimento de firma”, que atrasa a vida de todo mundo. Em tempos de nova ortografia, o fim da firma reconhecida vem em ótima hora. Afinal, quem, até hoje, não conseguiu ter sua firma reconhecida? Acredito que ninguém, pois era só dar uns trocados a mais e lá vinha uma ficha de um cartório qualquer. Assinava e já tinha a ficha devidamente reconhecida. O Detran é, hoje, um dos órgãos que mais exige tal burocracia. É como as dezenas de carimbos espalhadas nas repartições públicas: carimbo para receber, despachar, tramitar e assim por diante.
Projeto quer acabar com exigência de firma reconhecida
O Ministério do Planejamento preparou um pacote jurídico para reduzir a burocracia nos órgãos públicos. Reconhecimento de firma em cartórios e a exigência de apresentação pela administração de documentos emitidos por órgãos públicos serão abolidos. De acordo com o projeto, ficará dispensado o reconhecimento de firma em qualquer documento produzido no Brasil, apresentado para fazer prova perante órgãos e entidades da administração pública, quando assinado na presença do servidor público a quem deva ser apresentado.
O ministério pretende, ainda, instituir no âmbito do Poder Executivo Federal o princípio da inversão do ônus da prova em favor do cidadão que deva prestar informação que já conste de banco de dados da administração pública. Se determinada repartição exigir do cidadão um comprovante do INSS, o próprio órgão terá que obter o documento.
Fonte: Yahoo Notícias
domingo, 25 de janeiro de 2009
Passando a Régua - Ed. n. 772
Coluna publicada na edição nº 772 do Jornal Diário do NorteDia Mundial de Combate a Hanseniase
Dia do Carteiro

As outras pessoas que quisessem enviar correspondências, tinham de utilizar os serviços de mensageiros, viajantes (como tropeiros ou bandeirantes), ou de escravos. Só a partir do ano de 1835, a Empresa de Correios deu início à entrega de correspondências em domicílios. E em 1852, o telégrafo foi introduzido no Brasil.
Em quase 350 anos de atividade, muita coisa se transformou. Novas formas de entrega foram sendo somadas às mais antigas. Os "sedex" - serviços de encomenda expressa - podem entregar uma mercadoria em outro Estado até no mesmo dia. Por outro lado, ainda há distritos onde não há atendimento domiciliar, cujos moradores resgatam suas cartas na paróquia local.
Mesmo em tempos de internet e correio eletrônico, as caixinhas de correspondência não perderam sua função. Estão sempre abarrotadas de publicidades, periódicos e faturas, mas as vezes também nos trazem cartas de longe, de parentes ou conhecidos que ainda não usam correio eletrônico. Precisamos dos carteiros até mesmo para recebermos encomendas de lojas virtuais.
Atualmente, 50 mil carteiros e carteiras dão conta da distribuição de aproximadamente 40 milhões de objetos diariamente, mantendo o referencial humano desta atividade que se tornou uma das de maior credibilidade junto à sociedade brasileira.
Fonte: Site Ilhado - Imagem meramente ilustrativa
Hail, Hail
Veja-se o futebol, por exemplo. Não há mais possibilidade de se acompanhar comentários nos intervalos e as análises do final do jogo. Fica aquela chatice de que o time A deu 598 chutes a gol, teve 79% da posse de bola, desarmou o adversário 3.839 vezes e teve 1.345 escanteios a seu favor. Mas perdeu de 1 x 0 pro time B que só deu 3 chutes a gol e mais nada. O velho quem não faz, leva, dito em míseros três segundos já dizia muito mais e melhor do que todas as planilhas desses supostos "experts" em futebol. Não à toa, no chatíssimo campeonato por pontos corridos essas bestas humanas fiquem achando lindo a porcentagem de pontos do campeão, etc. e tal. O futebol não deveria ser chato assim.
E isto é só um exemplo. Em quase tudo as estatísticas se metem para fazer confusão. Na Veja da semana passada, a revista apresenta um economista que "comprovou" por uma batelada de dados, que nos estados americanos em que legalizou-se o aborto, o índice de criminalidade é menor do que nos estados em que o proibem. Brilhante comprovação. Eu não preciso ter uma batelada de dados para afirmar com toda segurança que se legalizarmos os homicídios e os roubos, os índices de criminalidade serão ínfimos. Uma maravilha, não? Há quem adore viver neste mundo de faz-de-conta.
Mas ele vai mais longe. Munido de todos os dados estatísticos possíveis, ele comprova que uma criança indesejada que viva numa família desestruturada, a probabilidade dela vir a ser uma criminosa é muito maior do que numa família estruturada e em que ela foi desejada. Ou seja, melhor se ela tivesse sido abortada. Hitler pensava que se matássemos todos os judeus, também teríamos um mundo melhor.
Só mais um exemplo e eu juro que paro. Nesta sanha imbecil pelo controle de armamentos neste país, houve uma profusão de dados estatísticos que "comprovam" por A mais B a necessidade de proibi-las. Até agora ninguém me respondeu de que forma esses dados são confiáveis se aquele que, portando uma arma de modo legal, ao evitar um crime contra si ou terceiros não registra queixa ou avisa o IBGE?
Eu sou exemplo vivo disto. Saindo de um festa na casa de um colega, acompanhado de mais uns cinco amigos, parou um fuscão azul com quatro sujeitos mais do que mal encarados e vieram caminhando em nossa direção. Um dos meus amigos que possuía arma, na mesma hora a sacou e apontou para os sujeitos, que sem dizerem absolutamente nada deram meia volta e foram embora. Quantas vezes isto já aconteceu? Não se sabe porque não há estatística alguma. Portanto, a estatística apresentada não pode ser levada a sério, mas somente como mais um dado a ser analisado num país em que a polícia não consegue dar segurança à população e o crime organizado comanda mais da metade das grandes cidades do país.
Naquela reportagem da Veja, eles informam que o tal cientista recebeu um importante prêmio por seus "estudos". E a revista dá mais um: o do bom senso. É uma pena realmente que me tenham tirado o direito de portar armas. Ainda bem que logo vão me liberar para matar criancinhas nas barrigas das mães. Tudo de muito bom senso.
Publicado em 25 de janeiro de 2004, às 17h40, por Chico, no Blog Something Stupid
sábado, 24 de janeiro de 2009
Diário de um estômago
Se for assim, serei obrigado a revoltar-me! Ainda não refeitos de uma refeição engolida às pressas, corremos para o ponto de ônibus, o que requereu tanto esforço de minha parte que estou levando o dobro do tempo para realizar meu trabalho.
Tomara que minha proprietária me conceda uma hora de completo descanso antes de ingerir qualquer coisa!
10h30 - O desejum engolido às pressa não foi o suficiente, e agora ela está comendo amendoim.
10:55hs.= Acabam de cegar dois copos de água gelada. Levarei cerca de uma hora antes de retornar à temperatura normal.
12:00hs= O amendoim foi ingerido aos poucos, mas agora creio que acabou.
12:30hs= Em vez de um almoço constituído de alimentos sólidos e nutritivos, minha proprietária tomou uma gemada fria com grande quantidade de chocolate.
13:10hs= Mais água gelada!
13:40hs= Enganei-me com referência ao amendoim. havia ainda um punha no fundo da bolsa preciso digerí-los aos poucos.
14:05hs= Mais água gelada e ainda chicletes!
15:10hs= Ela está lendo uma novela de horror durante o período de estudos, e isto perturba as minha atividades.
15:20hs= Alguém abriu uma caixa de caramelos e ela começou a comê-los.
16:30hs= Recebi cerca de 250 gr, de caramelo, durante os últimos 60 minutos.
17:00 hs= Ela caba de dizer: " não me sinto muito bem, por certo foi o leite da gemada que estava azedo".
17:30hs= Minha proprietária foi convidada para tomar um refresco, antes de ir para casa. Ela tomou uma soda limonada e saiu correndo para pegar o ônibus.
19:00hs= Batatas fritas, pepinos, pizza, pêssegos enlatados. Que vou fazer agora?
19:40hs= Estamos de sáida para tomar um sorvete de chocolate!
20:30hs= Ao voltar para casa, ela notou que alguém fizera limonada, e bebeu dois copos e isso depois de haver tomado sorvete!
20:40hs= Eu protestei, enviando de volta o sorvete e a limonada.
20:50hs= Devolvi os pêssegos e a pizza também.
21:10hs= Ela foi se deitar. Disse que o sorvete não lhe fez bem.Sua mãe declarou que provavelmente ela sofre do estômago, como seu pai. Já sabia, sobrou para mim.
21:50hs= Ela tomou um anti-ácido, e disse que vai dormir, com certeza não, pois seria ridículo depois de um dia como este dizer-lhe: BOA NOITE!.
Fonte: Blog da Elisabeth Terapeuta
Brasil: 220 mil milhonários
Estimativas do Boston Consulting (BCG) indicam que o Brasil está entre os países em que mais cresce o número de milionários. São 220 mil pessoas com, pelo menos, US$ 1 milhão investido. Juntos, estes brasileiros têm US$ 1,2 trilhão aplicado no mercado financeiro.
Há dois anos, os brasileiros que faziam parte deste grupo eram apenas 130 mil, o que representa um crescimento quase 70% na base de milionários.
Segundo o BCG, as fortunas mundiais, incluindo as dos brasileiros, cresceram 3% menos que o esperado devido à crise financeira nos EUA. No entanto, os ricos tornaram-se ainda mais ricos.




