terça-feira, 14 de abril de 2009

De que é feito o lápis?

A fabricação do lápis é simples: consiste em colocar a grafite dentro de tábuas de madeira. Mas nem sempre foi assim. Apesar de a humanidade usar ferramentas de escrita desde os primórdios, a grafite só foi descoberta no século 16, na Inglaterra - os ingleses confundiram o material com chumbo, engano desfeito no fim do século 18. Nos primeiros lápis, pedaços de grafite eram enrolados em cordas ou pele de animais para facilitar o manuseio. Mais tarde, alemães começaram a usar pedaços de madeira para cobrir a grafite. O apetrecho foi evoluindo até ganhar uma borracha na ponta em 1858, invenção do americano Hyman Lipman. A idéia, bastante simples, acontece na última etapa da produção: uma das extremidades é afinada, recebe uma cinta de metal para segurar a borracha, que é então colada e prensada. Depois, é só escrever: um só lápis é capaz de anotar 45 mil palavras ou riscar uma linha de 56 quilômetros de comprimento!

Fonte: 99% UOL Blog

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Hoje é Dia do Jovem - e Dia do Beijo

O jovem sem responsabilidade sofre a perda da liberdade


No dia 13 de abril é comemorado o dia do jovem.



A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, onde o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida.
Nesse período, ocorrem algumas decisões que ficam para a vida toda, como a escolha da profissão, por exemplo. Além disso, as primeiras experiências profissionais, sexuais, o primeiro voto, sair da casa dos pais, dentre outras decisões, irão delimitar o futuro no mesmo.
Os jovens representam mais de um terço da população mundial, o que indica mais esperança de um mundo melhor.
Estudar, namorar, passear, se divertir deve fazer parte da vida dos jovens, pois esses precisam da convivência dos grupos para se integrar de forma correta à sociedade.
O jovem vai, aos poucos, se tornando uma pessoa mais responsável, mais segura de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Se for uma pessoa de bem, responsável, é aceita pela sociedade. Se for uma pessoa rebelde, irresponsável, que não respeita os direitos dos outros e infringe as leis, será punida por isso.
Muitos jovens não têm oportunidades diante da vida, como estudar, ter uma casa e uma família, e se tornam discriminados socialmente. Ficam marginalizados, presos sob as dependências de oportunidades oferecidas pelos governantes, o que não acontece para todos.
Porém, segundo a Constituição Brasileira, todos os jovens têm o direito de receber do Estado: saúde, educação, moradia, oportunidade de trabalho, etc. Dessa forma, vemos que os governantes não cumprem com suas responsabilidades, prejudicando o futuro de muitos jovens.
É importante cobrar dos mesmos os direitos que estão garantidos pela Constituição Federal do país, pois dessa forma os jovens terão melhores oportunidades para suas vidas.




Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola




Dia do Beijo


Dia 13 de abril é o Dia do Beijo e para comemorar a data nada melhor do que distribuir beijos para as pessoas que você gosta ou encher uma pessoa especial de beijinhos.
Há beijos fingidos ou frios, ardentes, por obrigação ou superdesejados. Existem os aderentes, provocantes, sonoros, secos e molhados. Existem, enfim, milhares de formas de beijar e neste assunto sempre haverá o que aprender.
Os beijos são a primeira estratégia de sedução. Depois de muitos olhares e palavras, o beijo é o primeiro passo para o contato físico. Por isso é superimportante que você saiba dar beijos adequados para cada momento e, também, saiba bem como beijar.




O beijo


É a forma mais simples de demonstrar de carinho, afeto, amor, amizade.
Movimenta 29 músculos, sendo que 17 músculos são da língua.
Queima o excesso de calorias.
Libera um hormônio chamado serotonina, que eleva o humor e produz uma sensação de bem-estar e felicidade.
Em uma época que é prática comum entre os beijoqueiros de carteirinha beijar primeiro e conhecer o dono da boca depois ou mesmo competir com amigos para ver quem beija mais em uma balada, quem tem o privilégio de ver o mundo desaparecer durante alguns segundos, sabe valorizar um bom beijo.
Um beijo nunca é igual ao outro. Nem mesmo beijando a mesma pessoa. O beijo bom vem da prática e da intimidade. Não há regras e mesmo que elas existissem, ninguém se lembraria na hora H.



Tipos de beijos


O doce
O derretedor
O apaixonado
Fingidos ou frios
Ardentes
Por obrigação
Superdesejados
Aderentes
Provocantes
Sonoros
Secos
Molhados
De língua
Selinho
No rosto
Roubado
De amor
De irmão
De amigo
De pai
De mãe


Vale qualquer tipo de beijo para comemorar: de língua, selinho, no rosto, roubado, de amor. Beijo de irmão, de amigo, de pai e de mãe.



História do beijo


Não se sabe quem instituiu o Dia do Beijo e nem ao certo quando o beijo surgiu. Há quem diga que foi no ano 500 antes de Cristo, na Índia. Já Charles Darwin acreditava que o beijo era uma evolução das mordidas que os macacos davam no parceiro nos ritos pré-sexuais.
Há também quem diga que o beijo surgiu das lambidas que os homens das cavernas davam em seus companheiros em busca de sal. Ou ainda uma variante de um gesto de carinho das mulheres das cavernas que mastigavam o alimento e o colocavam na boca de seus filhos pequenos.
Existem, enfim, milhares de formas de beijar e neste assunto sempre haverá o que aprender.
Os beijos são a primeira estratégia de sedução. Depois de muitos olhares e palavras, o beijo é o primeiro passo para o contato físico. Por isso é superimportante que você saiba dar beijos adequados para cada momento e, também, saiba bem como beijar.



15 coisas para FAZER ao beijar


1. Suavidade, sempre: mova seus lábios suavemente. É a melhor forma de quebrar o gelo.

2. Suavidade, de novo: trate de seguir o ritmo da outra pessoa se é suave, ou impor o seu, se não está confortável, mas evite afobação.

3. Não à mesmice: mude os movimentos da boca e da língua para descobrir sensações novas.

4. Boca limpa: escove sempre muito bem os dentes. Nada pior do que dentes sujos ou com tártaro.

5. O ambiente também importa: se você estiver planejando o primeiro beijo com aquela pessoa especial, escolha um momento romântico e um lugar legal. Os beijos sempre ficam melhores quando o resto ajuda.

6. Mantenha a expectativa: se beijar é bom, manter o interesse da outra pessoa é ainda melhor. Não fique beijando o tempo inteiro... saiba a hora de parar um pouco, conversar e dar um tempinho antes de começar de novo.

7. Diminua o ritmo na hora certa: antes de parar o beijo, dê uma esfriada nele. Não é muito legal deixar a outra pessoa na vontade...

8. Perfume, sim: um cheirinho agradável no pescoço sempre é legal. Mas cuidado para não exagerar...

9. Abrace e acaricie: ao beijar alguém, você não tem que parar de fazer tudo. Use as mãos para fazer carícias e abraçar a outra pessoa. Cafunés são fundamentais...

10 Relaxe!: a melhor forma de dar um bom beijo é disfrutá-lo e o sentir. Ou seja, não adianta ficar tremendo na hora H.

11. Escolha bem a pessoa: beijar por beijar nem sempre é legal. Escolha bem a pessoa, a ocasião... escolhas erradas sempre dão resultados ruins.

12. Use os dentes: umas mordidinhas nos lábios são bastante excitantes para a maioria das pessoas. Vá com calma, mas não deixe de experimentar.

13. Feche os olhos: assim você poderá se concentrar no que está fazendo. Fora que é muito desagradável beijar alguém que está sempre de olhos abertos... parece que está procurando outra pessoa mais interessante para beijar, não?

14. Sorria depois: mostre à outra pessoa que você gostou do beijo. Se você ficar com uma atitude séria, vai parecer que o beijo foi horrível.

15. Dê um selinho ao parar: quase todo mundo gosta. Depois de dar aquele beijo de parar o trânsito, ao terminar, volte e dê só um selinho. Isso deixa a outra pessoa com vontade de beijar mais...



domingo, 12 de abril de 2009

Lançamento literário

LIVRO "A GREVE DO QUARTO PODER - A REPRESSÃO DE 1964 NA BAIXADA SANTISTA"





Um momento culminante da luta dos profissionais de Imprensa do Estado de São Paulo, que fora a histórica greve de 1961, marcou o início da valorização do Jornalista no Brasil. Nassim Mahamud, ator dos fatos, nos conduz aos bastidores e aos palcos da greve, além de nos levar a uma época de forte ebulição social e política na Baixada Santista.

“Não há homem excepcional, há, sim, homem comum em situação excepcional. Este é um princípio adotado nas artes marciais do Oriente. Lá, nada é absoluto. Tudo é relativo. Só temos certeza da incerteza.

A vitoriosa greve dos Jornalistas, ocorrida em 1961, foi o resultado da somatória de homens comuns em situações excepcionais. Foram naqueles momentos de tensão, onde havia a certeza da incerteza, no qual o relativismo superava o absolutismo, onde se soube que se poderia vencer qualquer obstáculo, mesmo que gigantesco. O que importava para aqueles homens era a determinação, sempre aliada à sagacidade. Meus relatos serão, talvez, um roteiro para pesquisadores da nossa história.






BORTOLAMASI COMUNICAÇÃO GLOBAL & DESIGN LTDA
INFORMAÇÕES: (13) 3466 5787

sábado, 11 de abril de 2009

Contra os intelectuais


Eu não gosto de intelectuais. Existem, claro, vários tipos deles: o acadêmico emburrado, o jornalista boêmio, o cineasta descolado, o universitário socialista, etc. Mas eu não gosto de nenhum. O que não significa, de forma alguma, que sou contra a produção criativa e o debate aberto. Muito ao contrário: o que acho é que a própria figura do intelectual, da forma como a entendemos hoje – representada pelas figuras acima –, trava a criatividade e limita o debate. Porque, em primeiro lugar, o título de intelectual confere a uma determinada classe uma espécie de monopólio da opinião. E, em segundo, a própria expressão “intelectual” é quase sempre usada em tom pejorativo, por quem gosta de justificar sua ignorância alegando não ser “intelectual”.

Quando, durante o Iluminismo, o termo começou a ser aplicado, a posição do intelectual não era a de um pensador marginal, como acontece hoje. Era uma figura central e lúcida, que – com incrível capacidade de memorização de conceitos e combinação de idéias – conseguia compreender a realidade de uma maneira, digamos assim, única e útil. O problema, ainda assim, existia, e, de certa forma, começou lá: que é o de respeitar intelectuais como personagens inabaláveis, quase desumanas. Quando uma região e uma geração estão, juntas e inteiras – o que beira a total impossibilidade –, comprometidas com o avanço livre de idéias, então o destaque de uma dúzia de personalidades extraordinárias não é necessariamente negativo. O problema é, como acontece hoje, quando o termo se torna vulgar e popular, consagrando mediocridades em vez de indicar a genialidade.

E então, onde ainda há espaço para opiniões, “intelectuais” discorrem sobre os mais variados temas, sem conhecimento nem vergonha. Lingüistas aposentados manifestam-se em relação a política. Filósofos auto-intitulados discorrem sobre economia financeira. Cineastas frustrados opõe-se ao desenvolvimento genético. Jovens engajados arremessam pedras em lanchonetes. Todos têm, obviamente, o direito de emitir opinião, mas o problema é outro: é que essas opiniões são, muitas vezes, distribuídas de um modo institucional, como de uma “pessoa que pensa”. E isso confere a “intelectuais” uma natureza superior, que lhes permite divulgar bobagens interesseiras enquanto são ouvidos como autoridades intocáveis.

O problema dos “intelectuais”, na verdade, não é exclusivamente deles: é também do resto que – preferindo a ignorância assumida – acaba terceirizando o exercício de raciocinar. E, admitindo ou não, repete o que acha inteligente, quando precisa lançar um “comentário cabeça”. Os “intelectuais”, para sermos justos, apenas aproveitaram esta oportunidade no mercado: a necessidade eventual dos incultos de emitirem pensamentos “cultos”.

O que acontece, nesse contexto, é que o “intelectual” virou um estilo. E pessoas “normais” – as não intelectuais – recorrem a ele quando acham bonito: para comentar um livro ou um filme, para falar de política, de economia, de arte, etc. Adotando, assim, a mesma autoridade falsificada do intelectual profissional. Mas, no mais das vezes, divertem-se como bárbaros. E caem no patético. E, da mesma forma, quando não entendem de um assunto, evitam assumir a ignorância: e defendem até o direito de permanecer nela, já que não são “intelectuais”.

E fica nisso: de um lado, “intelectuais” que vivem de um título fictício, atrasando e confundindo discussões; e, de outro, uma “opinião pública” inculta e ingênua, que usa esses “intelectuais” para copiar seus comentários ou para justificar sua ignorância. Essa separação, então, não deveria nem precisaria existir: porque o pensamento livre não é – e não pode ser – propriedade de uma classe. Muito menos de uma classe tão mal representada.

“Intelectual”, afinal, é hoje quase um xingamento. E com toda a razão: a maioria que gosta de desfilar com esse emblema na testa reúne as mesmas características: completo descuido com a aparência; desinteresse pelo mundo moderno e pelas coisas práticas; ilusão de superioridade mental e arrogância nos modos; lerdeza no verbo e vácuo no conteúdo. É realmente uma maneira entediante de encarar a vida. Não merecem, se pensarmos bem, a pobreza de que tanto reclamam. Mas eu, pelo menos, confesso que não consigo pensar tão bem. Que desfrutem, então, a miséria a que estão condenados.

Eduardo Carvalho
São Paulo, 12/12/2003

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Aversão ao sexo

Para algumas pessoas é difícil acreditar que existam outras que não gostem de sexo.

Talvez muitas vezes se possa entender que alguém desfrute mais, ou que se satisfaça menos, mas que haja quem não goste, pode ser mais complicado de compreender.

Mas é como ocorre com a comida.

Algumas pessoas “pelam-se” por prazer, comendo e consumindo todo o tipo de alimentos e pensam não ser possível acreditar que haja outras que sintam repulsa ou aversão pela comida.

Para agradar, cores, muitas cores, já o sabemos.

Historicamente, a aversão e repulsa pelo sexo é muito mais comum nas mulheres.

Provavelmente pelo que sempre se recalcou e pelo que o sexo sempre teve de mau, ou que se fazia querer acreditar, ao longo de muitos anos, principalmente para o sexo feminino.

É assim que durante um largo período, a actividade sexual foi considerada bastante mais adequada e desejável para o homem que para a mulher.

Para muitas mulheres, o desejo sexual era considerado indesejável, negativo, pecaminoso …

Nalguns casos, o condicionamento negativo no que se refere ao sexo, é tão forte, que pode muito bem condicionar ou ser praticamente impossível para a pessoa, (quase sempre mulher), afastar esses preconceitos e desfrutá-lo plenamente.

Até certo ponto, pode aceitar um pouco de actividade sexual com fins reprodutivos, mas mais nada.

Tanto assim, que ao longo da sua relação em casal, a sua postura perante o sexo é bastante passiva, quando não reticente.

Se o outro membro do casal aceita esta situação, os anos tendem a passar até que um dia tudo “explode”.

Os parceiros das mulheres com aversão ao sexo, normalmente procuram o prazer fora do casamento ou da relação.

E em muitos casos, a mulher aceita esta situação de infidelidade, sempre e quando isso implica que tenha paz, sexualmente.

Também pode ser o homem que tenha aversão ao sexo, mas é muito menos frequente.

Casos há, de vidas em comum com dezenas de anos e cuja actividade sexual foi ou é escassa e de má “qualidade”.

Normalmente é a mulher que sente a repulsa para a prática rotineira de sexo.

Não havendo sequer a probabilidade de existirem pensamentos quanto a outros tipos de sexo, anal, oral, etc.

Isso leva invariavelmente a que o homem procure uma amante, colocando a mulher num dilema terrível.

Ou aceita a situação de infidelidade e sabe que ele tem uma relação sexual satisfatória e deixa-a em paz, no que se refere ao sexo, ou tem que procurar ajuda médica, que é sempre preciosa, se ainda lhe resta algum amor próprio ao aceitar essa infidelidade que devia ser de repulsa.

Geralmente a pessoa com repulsa por sexo não tem desejos de modificar a situação.

É muito difícil que a aversão esmoreça ou desapareça.

Resta acrescentar que a aversão ao sexo também surge nos homens e mulheres jovens, ainda que penses que este problema é próprio de gerações retrógradas e antigas.
Para tua introspecção:

Qual a tua experiência no que se refere à aversão ao sexo?

Consegues entendê-la e que opinião tens sobre esta aversão?

Conheces algum caso?

Alguma vez sentiste esses problema numa relação de par ou casal?
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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Reflexão

Controle da natalidade?!

Fim do imposto sindical

O presidente da Federação do Comércio de SP, Abram Szajman, acredita que o imposto sindical está com os dias contados e que associações como a sua terão de se virar para sobreviver. Por isso, decidiu investir R$ 50 mi na construção de um prédio comercial de 21 mil m2. O edifício será alugado. Szajman afirma que o dinheiro ajudará a cobrir a perda do imposto.
Comentário: Creio também que essas "entidades" vão começar a investir em outras áreas da iniciativa privada. Pode ser concorrência nova chegando por aí...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Curso: Coleta Seletiva

Curso à distância para Apoiadores da Coleta Seletiva Solidária




A Coleta Seletiva Solidária é hoje um processo que necessita de apoiadores qualificados de modo a alcançar resultados satisfatórios no que se refere à qualidade da prestação de serviço, à viabilidade econômica dos grupos e ao protagonismo e autogestão dos catadores de materiais recicláveis.

Novas orientações da administração pública como o decreto federal nº 5940/06 e estadual nº 40.645/07, instituem a separação dos recicláveis na fonte geradora nas repartições públicas federais e estaduais e a doação para as cooperativas de catadores de materiais recicláveis.

Objetivo:

Apresentar para os interessados em atuar na cadeia produtiva da reciclagem dentro da economia solidária, visão micro e macro, conceitos e critérios de competência para melhorar sua capacidade de produção e resultados, tanto ambientais quanto sociais e econômicos.

Este Curso é uma parceria entre a UniRio, a Webresol e o site lixo.com.br. O certificado para os que concluírem as tarefas e a avaliação do curso será emitido pela UniRio.

Para maiores informações, caso você esteja interessado em fazer o curso envie um email para cursos@lixo.com.br



Etiqueta na hora do sexo

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Não ria, o negócio é sério!
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Para as Mulheres:
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© Nunca, em hipótese nenhuma, use calcinha furada.
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© No dia em que você sair com aquela calcinha mais fuleira, pode ter certeza que vai ser o dia que você vai tirar o pé-da-lama!
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© Não faça performances que você não sabe. Tentar coisas novas é bom, mas transar em cima do lustre não fica legal.
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© Depile-se. Se vira… Ande com gilete na bolsa… Fique a melhor amiga da depiladora… e mantenha as partes em ordem.
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© Não fale : ‘- Tira a mão daí!!’ Se você está na chuva, se molhe.
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© Homem não gosta de transar de luz apagada.
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© O cara quer virar e dormir? Qual o problema? Vire e durma primeiro que você vai ver só a repercussão que isso causa na mente alheia.
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© Cuidado. Gemer é uma coisa. Mugir, latir é outra.
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Para os Homens:
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© Se já inventaram o gel lubrificante , use-o. Nada de tentar comer a bundinha da sua namorada à seco ou com os derivados do leite… Como por exemplo: requeijão, yogurt, sorvete, Leite de Aveia Davene, ou qualquer outra coisa. Tem KY pra vender na farmácia do lado da tua casa.
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© Porque os homens sempre coçam o saco? Parem de coçar e lavem ele. Saco fedido é o ‘ó’.
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© Não transe de relógio. Não é nada legal tomar uma relojada na cabeça.
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© Os psicólogos sempre dizem que nós somos aquilo que nós acreditamos ser. Se você tem um pinto pequeno. Você pode achar que ele é grande… Se você acredita nisso, problema é seu. Não tente me convencer disso, porque é inútil.
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© Uma palmadinha é sempre bom. Porém, tenha noção das paradas. Um tapinha é diferente de uma pancadaria.
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© Acúmulo de ar na perereca é normal. Sem critério é dizer: ‘Amor, sua pepeca está peidando!’.
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© Tome cuidado com o que vai falar e a hora que isso é dito. Um clima de amor, remember …. Eu te amo pra lá… Eu te amo pra cá… E de repente, do nada: ‘Chupa meu pau!’ Isso não é legal.
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© Peidou? Ria… Porque vai feder de qualquer jeito!
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Vou-me Embora pra Pasárgada

Manuel Bandeira



Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.


Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90
Manuel Bandeira: sua vida e sua obra estão em "Biografias".